Sabe, às vezes, bate saudade..
Vem com ela a vontade de voltar àquela árvore.
Sabe... À vezes dá medo.
Pequeno segredo de dentro de nós.
De quando eramos jovens...
Como assim?! São apenas vinte anos.
Tantos planos esquecidos
Tantos sonhos mal dormidos
Sem correr... Sem conseguir se mover
Como aquela estrada, sempre parada
Tantos passos dados no mesmo lugar
Inda e vindas, bem ali, estático.
Quando, nada, que é pra sempre acaba.
E eu ainda sinto falta daquela árvore...
Precisamos voltar pra casa.
Qual o próximo trem?
Onze horas? Duas e meia?...
Meia volta e paciência.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Quando (Cuando).
Ser sincero como não se pode ser
Mediante a cigarros e vinhos baratos
Nem pensar em falar
Coração na mão...
Quando os dias da semana se tornam fim do mundo.
Absurdo como ouvir me traz escrita.
Labirinto de ideias e instintos
Escolhas nossas, tão suas
Loucura não admitida.
Que faz as pessoas parecerem tão iguais.
Sem razão... Aliás, qual a razão dos disfarce no olhar? (:
Lua e céu... Nada ao seu redor para poder ver.
Tudo igual ao céu, ao seu olhar.
É verdade, eu nem quero amar...
Ando tão fraco.
Mesmo assim, morena, tá tudo bem.
Quem tem paz, sereno...
E par com Deus, pode rir.
Todo o amor do mundo pra nós
E o mal me quer à eles.
Peso de viver... Prefiro assim.
Pois é, tudo aquilo que não se pode ver
Sei que o mundo não é esse, por onde anda.
Nem sei quem sou.
Escrevo e te conto o que vi. Me mostro à você
Guarde um sonho bom pra mim...
Besteira.
Espalha saudade, morena.
Tudo que vale a pena.
Sentimento crescente
Abro o coração pela manhã, com flores
Batendo 1000, 2000... E mais.
Sendo apenas um *-*
Me dá um beijo?
O mundo será sempre como voar no azul do céu
Sentirás nos meus lábios o seu caminho
E, de novo, seremos um só.
Me abrace... *-*
E quando fecharmos os olhos a noite se vai
Guarde nosso lindo amor.
''Engenheiros, Los hermanos, Luan Santana (acredite).''
Mediante a cigarros e vinhos baratos
Nem pensar em falar
Coração na mão...
Quando os dias da semana se tornam fim do mundo.
Absurdo como ouvir me traz escrita.
Labirinto de ideias e instintos
Escolhas nossas, tão suas
Loucura não admitida.
Que faz as pessoas parecerem tão iguais.
Sem razão... Aliás, qual a razão dos disfarce no olhar? (:
Lua e céu... Nada ao seu redor para poder ver.
Tudo igual ao céu, ao seu olhar.
É verdade, eu nem quero amar...
Ando tão fraco.
Mesmo assim, morena, tá tudo bem.
Quem tem paz, sereno...
E par com Deus, pode rir.
Todo o amor do mundo pra nós
E o mal me quer à eles.
Peso de viver... Prefiro assim.
Pois é, tudo aquilo que não se pode ver
Sei que o mundo não é esse, por onde anda.
Nem sei quem sou.
Escrevo e te conto o que vi. Me mostro à você
Guarde um sonho bom pra mim...
Besteira.
Espalha saudade, morena.
Tudo que vale a pena.
Sentimento crescente
Abro o coração pela manhã, com flores
Batendo 1000, 2000... E mais.
Sendo apenas um *-*
Me dá um beijo?
O mundo será sempre como voar no azul do céu
Sentirás nos meus lábios o seu caminho
E, de novo, seremos um só.
Me abrace... *-*
E quando fecharmos os olhos a noite se vai
Guarde nosso lindo amor.
''Engenheiros, Los hermanos, Luan Santana (acredite).''
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Fdp&¨¨$ (:
Onde está a boa nova do setembro entrante?
Fui enganada pela canção
Esperava mais dos meus dias de sol
E outra vez fui calada pelo susto
Senti meu coração batendo fora de mim
Rezei uma dezena de ave maria's em menos de 2 segundos.
Segurei aqueles freios como a sua vida
Atrevida sentença que me parte à frente
Insistente medo que não tem mais fim.
Fui enganada pela canção
Esperava mais dos meus dias de sol
E outra vez fui calada pelo susto
Senti meu coração batendo fora de mim
Rezei uma dezena de ave maria's em menos de 2 segundos.
Segurei aqueles freios como a sua vida
Atrevida sentença que me parte à frente
Insistente medo que não tem mais fim.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Leia. Tudo isso é pra você!
Essa é pra você que lê do meu silêncio.
Que faz falta por longos segundos intermináveis,
Incansáveis segundos que correm no pulso da gente
Lá na frente o futuro incerto
Peito aberto, diz você.
Me questiona sobre ontem,
Sobre mim e sobre tudo
Tantas perguntas, que absurdo.
Mundo sujo e vulgar
Momento pra desligar os ouvidos
Lembrar dos momentos queridos
Que não voltam, nem se deixam voltar.
Cadê o tempo? O céu, o vento...
Onde fica aquela grama que sentávamos duas vezes ao ano?
E o pano abaixo de nós, que nunca esteve lá..
Apenas no pensamento
Sentado sem pressa e hora, pra voltar.
Pra querer a velha rotina
Tão menina que cresce a cada dia.
Toma forma de mulher
Sequer avisa que vai chegar e toma conta dos meus dias
E dos seus.
E, de quem mais ousa se permitir.
Sim, isso tudo é pra você.
Que faz falta nos meus dias
Cada segundo que está lá e eu aqui
Mãos atadas, não para escrever.
Menos mal.. Sinto que estou mais perto
Peito aberto, diz você.
E se eu silenciar agora?
Ninguém mais irá saber.
Que faz falta por longos segundos intermináveis,
Incansáveis segundos que correm no pulso da gente
Lá na frente o futuro incerto
Peito aberto, diz você.
Me questiona sobre ontem,
Sobre mim e sobre tudo
Tantas perguntas, que absurdo.
Mundo sujo e vulgar
Momento pra desligar os ouvidos
Lembrar dos momentos queridos
Que não voltam, nem se deixam voltar.
Cadê o tempo? O céu, o vento...
Onde fica aquela grama que sentávamos duas vezes ao ano?
E o pano abaixo de nós, que nunca esteve lá..
Apenas no pensamento
Sentado sem pressa e hora, pra voltar.
Pra querer a velha rotina
Tão menina que cresce a cada dia.
Toma forma de mulher
Sequer avisa que vai chegar e toma conta dos meus dias
E dos seus.
E, de quem mais ousa se permitir.
Sim, isso tudo é pra você.
Que faz falta nos meus dias
Cada segundo que está lá e eu aqui
Mãos atadas, não para escrever.
Menos mal.. Sinto que estou mais perto
Peito aberto, diz você.
E se eu silenciar agora?
Ninguém mais irá saber.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
sobre mim, dizia eu
Não sei escrever sobre mim.
Vou dizer o que?
Não sou ninguém importante
Talvez um pouco interessante
Com papo cabeça, enfim.
Nenhuma certeza, nem novidade
Aliás, não gosto dessa palavra, nem sei porque.
Mas gosto do que ela traz!
Mudanças...
A música vira dança
Voltamos à velha infância
À tudo que nos faz bem
Aliás, o que realmente faz?
Nem sei mais do que tô falando
Escrevendo, andando
Sem sair do lugar
É difícil pensar com todo esse barulho
Que o silêncio faz
Ideias brigando pra sair na frente
E nenhuma sai
Mas o sol sim *-*
Tava demorando a me visitar
Bateu na janela, ainda tímido, querendo entrar.
Espirro! Saúde.
Ninguém se manifestou.
Devo estar sendo afetada pelo analfabetismo.
Timidamente, o sol se escondeu
Me falta tempo pra tudo isso
Pros meus dias de fazer nada
Sentada lá fora, amigos, viola...
Me falta vontade outrora.
Me falta palavra, e fôlego.
Vou dizer o que?
Não sou ninguém importante
Talvez um pouco interessante
Com papo cabeça, enfim.
Nenhuma certeza, nem novidade
Aliás, não gosto dessa palavra, nem sei porque.
Mas gosto do que ela traz!
Mudanças...
A música vira dança
Voltamos à velha infância
À tudo que nos faz bem
Aliás, o que realmente faz?
Nem sei mais do que tô falando
Escrevendo, andando
Sem sair do lugar
É difícil pensar com todo esse barulho
Que o silêncio faz
Ideias brigando pra sair na frente
E nenhuma sai
Mas o sol sim *-*
Tava demorando a me visitar
Bateu na janela, ainda tímido, querendo entrar.
Espirro! Saúde.
Ninguém se manifestou.
Devo estar sendo afetada pelo analfabetismo.
Timidamente, o sol se escondeu
Me falta tempo pra tudo isso
Pros meus dias de fazer nada
Sentada lá fora, amigos, viola...
Me falta vontade outrora.
Me falta palavra, e fôlego.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Dó ré mi...
Aprende com teus erros, criança
Com as falhas da tua andança
Amores, possíveis, imaginários
Relicário da tua dança.
Não cansas de ser insolente
Criança, olhar inocente
Carente, querendo atenção
Mas quem vai te pegar pela mão?
Já que a solidão tão bem te cabe
E sabes como é ruim
Contudo preferes que seja assim
Criança, pequena, criança...
Das notas da tua canção
Um dó insistente no refrão
Embala teus passos longos
Pequenos, que levam à lugar nenhum
Com as falhas da tua andança
Amores, possíveis, imaginários
Relicário da tua dança.
Não cansas de ser insolente
Criança, olhar inocente
Carente, querendo atenção
Mas quem vai te pegar pela mão?
Já que a solidão tão bem te cabe
E sabes como é ruim
Contudo preferes que seja assim
Criança, pequena, criança...
Das notas da tua canção
Um dó insistente no refrão
Embala teus passos longos
Pequenos, que levam à lugar nenhum
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Ainda há muito de nós
Ao meu lado os bons de hoje
Os de ontem se perderam
Já não são tão bons para eles mesmos.
Já não fazem falta nem pros próprio dias
Findas alegrias
Lembranças que viram pó
São removidas com esponja e veja
Saturadas crostas de lembrança enfim
Limpas, mortas dentro de você e de mim.
Sincero até breve que nunca chegará
Distante desejo de voltar ao ontem
Reviver o nada e juntar-se aos... Não!
Quero meu sossego, meu amor tranquilo *-*
Minha paz, meu mundo
Resistente, insistente mundo.
Gira em torno do futuro, espero
Nordeste, sonho, tudo que mais quero
Samba, Rock ou bolero
Pros finos ouvidos.
Tons de cantar sofridos
Baladas de infância, fato.
Despertam o medo e o tato
No escuro do quarto, só.
Bosque de solidão
Anjo sem nome, sem rosto.
Sombra negra do barril
Sopra o vento, arrepio.
Ciranda criança
Nos braços, a mãe, balança
Esperança... Esperança.
Os de ontem se perderam
Já não são tão bons para eles mesmos.
Já não fazem falta nem pros próprio dias
Findas alegrias
Lembranças que viram pó
São removidas com esponja e veja
Saturadas crostas de lembrança enfim
Limpas, mortas dentro de você e de mim.
Sincero até breve que nunca chegará
Distante desejo de voltar ao ontem
Reviver o nada e juntar-se aos... Não!
Quero meu sossego, meu amor tranquilo *-*
Minha paz, meu mundo
Resistente, insistente mundo.
Gira em torno do futuro, espero
Nordeste, sonho, tudo que mais quero
Samba, Rock ou bolero
Pros finos ouvidos.
Tons de cantar sofridos
Baladas de infância, fato.
Despertam o medo e o tato
No escuro do quarto, só.
Bosque de solidão
Anjo sem nome, sem rosto.
Sombra negra do barril
Sopra o vento, arrepio.
Ciranda criança
Nos braços, a mãe, balança
Esperança... Esperança.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Tirou cedo a poeira dos olhos
Ainda cansados, como de costume
Meio fechados, chorosos, olhos
E a outra metade, de lágrimas, cheio.
Tirou do medo, o resto que lhe faltava
E compreendeu o tempo que o tempo dava
De nada adiantava se lamentar
As lágrimas que cairam, não poderiam voltar.
E trouxe, consigo, o sossego e a calma
O alívio da alma de voltar a sonhar.
Ainda cansados, como de costume
Meio fechados, chorosos, olhos
E a outra metade, de lágrimas, cheio.
Tirou do medo, o resto que lhe faltava
E compreendeu o tempo que o tempo dava
De nada adiantava se lamentar
As lágrimas que cairam, não poderiam voltar.
E trouxe, consigo, o sossego e a calma
O alívio da alma de voltar a sonhar.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Fa Fe Fi *-*
Falantes flores
Ferozes fardos
Flutuantes flautas
Felizes, fato.
Fantástica finta
Fenômeno,finda.
Falseia fina festa
Fadiga, fiel, farta futilidade
Festeja faniquitos
Fareja fôlego faltante.
Fanfarra faceira
Facilemente facina
Fáceis Fábulas
Fadas fofas
Fins fatídicos
Façanha forçada.
Ferozes fardos
Flutuantes flautas
Felizes, fato.
Fantástica finta
Fenômeno,finda.
Falseia fina festa
Fadiga, fiel, farta futilidade
Festeja faniquitos
Fareja fôlego faltante.
Fanfarra faceira
Facilemente facina
Fáceis Fábulas
Fadas fofas
Fins fatídicos
Façanha forçada.
silencio
Novas canções.
Andar por entre a gente
Conflitos, contradições
Certezas de... ahm?
Oscilações.
Restos de estupidez
Das mesmas velhas canções.
Motivos, pequenos, mas vivos
Pra desfrutar de silêncio.
Andar por entre a gente
Conflitos, contradições
Certezas de... ahm?
Oscilações.
Restos de estupidez
Das mesmas velhas canções.
Motivos, pequenos, mas vivos
Pra desfrutar de silêncio.
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