quarta-feira, 13 de junho de 2012
Faz dos meus dias versos
Da minha vida melodia
O seu sorriso quando soa
Todo o resto silencia
Eu te vejo nos meus sonhos
Te desejo noite e dia
Pensamento voa ao encontro do seu
Numa rara simetria
E seus olhos são a estrada
Que me leva pra qualquer lugar
Como se já não houvesse nada
Além de você e eu... *-*
terça-feira, 12 de junho de 2012
Agora eu sei que você sabe da minha existência.
E talvez por esta carência da sua atenção, eu volto com os versos soltos em prosa e em sentimento, trazendo bem menos lamentos, por saber que está aqui.
E está tão perto, há quilômetros e quilômetros de saudade. E da vontade insistente que bate à minha porta de tempo em tempo.
Vento... Traz sempre com ele um cheiro de qualquer coisa que me parece ser teu. E traz mais lembrança e saudade e leva com ele o meu pensamento.
E é certo que te encontra, tal qual tamanha força que se vai. E parece não voltar mais, porque pertence a qualquer lugar que não seja eu.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
aqui.
Fique mais, tome assento.
Conte-me sobre a sua vida ao meu lado e como te faço bem.
E me fale sobre como é sorrir de olhos fechados.
E como todas essas cócegas te fazem ainda melhor!
Me fale sobre como é chorar por algo que não lhe pertence.
E sentir culpa em nome do que não existe.
Me fale sobre a chuva e como é tê-la por tanto tempo em seu corpo.
E me deixe vê-la dormir... *-* tão suavemente perfeita.
Conte-me mais sobre sentir saudades em 9 dias.
E fazer tudo ser tão perfeito, como se fosse por um longo tempo...
Informe a todos dos seus sentimentos.
Grite bem alto, em silêncio tudo que lhe convém.
E cante *-* desafinadamente, loucamente, apaixonada. CANTE!
de você.
Me peguei pensando em mim hoje.
E olhe, isso é raro.
Eu pensei em pensar mais em você, pra me fazer sentir bem.
E ocupar um espaço só meu na minha própria vida.
E pensei em correr pra debaixo da chuva, de novo, e de lá nunca mais sair..
Mas apenas se pudesse te encontrar.
E te beijar em meio ao nada, como se soassem sirenes e fogos e brilhassem as luzes mais lindas e fortes que podem existir. Sem plateia, sem olheiros, sem todo o resto do mundo além de você.
E olhe, eu andei pensando em mim.
E em como só você sabe me fazer bem.
E em como consegui escolher por fazer o que EU queria. Muito embora pareça aos olhos dos outros que sou de alguém.
Eu sou minha, e você sou eu.
domingo, 27 de maio de 2012
Você é LOUCA?!
Meu Deus!! Eu me pergunto ainda agora o que houve, de fato!
Não sei nem explicar o porque, mas me faltaram palavras, expressões e talvez até o sentido pras coisas.
Eu, toda errada, nunca esperei essa troca de gestos partindo de outro.
Quem dirá de você!
Ficou ainda uma sombra, uma falta de palavras a serem ditas, eu não sei até onde estou pronta pra tudo isso!
Disse sim e repito, se necessário, mas não precisamos de um mundo só nosso, nem de perfeição, nem de não ter o resto dos nossos mundos, distintos.
Garota, você é incrível! *-*
E ainda assim eu me pergunto onde estamos e para onde vamos.. [?]
Tenho medo pela sua pouca idade e "ansiã" maturidade das coisas que estão por vir.
Tenho medo de não ser eu mesma e ainda mais de ser.
Vamos brincar de jogo da verdade?!
Há verdades que preciso te contar.
Eu não quero errar com você. NÃO COM VOCÊ.
Boa noite blog.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
aloha.
Blog, sobramos apenas você e eu..
Nossa diferença é que você está de cara nova e eu só tenho as mesmas velhas histórias.
Gostaria de me desculpar, antes de mais nada pelo abandono...
Você, sempre tão amigo, me escutou nos momentos mais difíceis.
E o que eu fiz, sumi!
Matutei em meus pensamentos, sempre o que poderia lhe contar, transcrever, transcender de dentro de mim, e mesmo assim, fui deixando pra trás.. Fui mudando de rota, de vontades, interesses, de destino, porque não?!
E eu choro hoje.
Talvez menos que daquela outra vez, e bem mais que da primeira.
Choro mágoas mal curadas, sentimentos ressentidos, feridas que nunca se fecharam, e quem sabe sequer se abriram.
Já nem sei mais oq ue tô escrevendo, blog, mas sei que você entende bem do que estou falando.
Independentemente do tempo em que te dei as costas, você sempre me esperou, me ouviu, me acolheu.
Nossa, tô perdida, te tratando assim, como uma pessoa!!
talvez seja a minha única saída hoje, desabafar ao relento, aos que não me ouvem, aos que não me julgam, aos que não me impedem de mandar o mundo praquele lugar do qual eu já estou cansada de ser mandada e ir.
São apenas palavras, eu acho.. Mas aqui dentro dói tanto, mas tanto!
por fim, parceiro, eu voltarei em breve, talvez com um soneto, uma nova canção, ou mais um dos meu sreclames infindos da falta que nada mais faz.
Boa noite.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Sempre igual, tenho medo de dizer.. (8)
Engraçado...
Por algum motivo, pensei que conosco seria diferente.
Eu acreditava, mesmo, no pra sempre.
E eu queria fazer com que, de fato, acontecesse.
Tive medo, por várias e tantas vezes, e mesmo assim eu me entreguei à nós.
E eu sentia que tudo era tão perfeito e suave que duraria a eternidade sem que nos esforçássemos pra isso.
E eu jurei, também em frente às estrelas que levaria tudo isso comigo.
Abri os olhos num certo dia e já não estávamos mais lá. E nem cá e nem em lugar algum.
E eu chorei, e rezei, implorando para que o pesadelo fosse embora e para que você viesse de volta pro meu abraço.
E eu lutei contra mim mesma e contra o mundo que já te aceitou agora, e disse não.
Ouvi um não, ou centernas deles mais tarde com atitudes.
E eu senti ainda mais o seu alívio quando confessou ter estado com outro alguém.
Nossa, como isso me fez bem! (y)
Acreditei que por linhas tortas as coisas estavam tomando seu rumo.
Achei mesmo que estaria bem e tranquila com tudo isso, como disse por todas as vezes.
E eu me desprendi, e me prendi em outras coisas.
Na minha vida, porque não? No meu rumo, no caminho que seguiria traçando se não fosse aquela tarde de verão quando eu disse SIM.
Ou quando te fiz dizer.
E hoje vejo coisas que já estava na minha frente, pintadas de vermelho com bolas amarelas e mesmo assim eu insistia em não enxergar!!
E eu ouço e leio coisas indigestas e tão pesadas que já ouvia e me fingia de surda. E me fazia de cega tantas vezes...
Eu apenas sinto.
Toda essa imaturidade que estava passando, que estava crescendo pra vida, se foi. Desmoronou com a areia da praia, com a água da chuva que levou embora aquela menina.
E que trouxe de volta aquilo que eu nunca quis.
Pra tudo que houve de bom, levo 3 vezes de coisas ruins agora.
A confiança virou nojo.
O carinho, desprezo.
O amor... [?] Não sei quem ele é pra dizer qualquer coisa agora.
Por algum motivo, pensei que conosco seria diferente.
Eu acreditava, mesmo, no pra sempre.
E eu queria fazer com que, de fato, acontecesse.
Tive medo, por várias e tantas vezes, e mesmo assim eu me entreguei à nós.
E eu sentia que tudo era tão perfeito e suave que duraria a eternidade sem que nos esforçássemos pra isso.
E eu jurei, também em frente às estrelas que levaria tudo isso comigo.
Abri os olhos num certo dia e já não estávamos mais lá. E nem cá e nem em lugar algum.
E eu chorei, e rezei, implorando para que o pesadelo fosse embora e para que você viesse de volta pro meu abraço.
E eu lutei contra mim mesma e contra o mundo que já te aceitou agora, e disse não.
Ouvi um não, ou centernas deles mais tarde com atitudes.
E eu senti ainda mais o seu alívio quando confessou ter estado com outro alguém.
Nossa, como isso me fez bem! (y)
Acreditei que por linhas tortas as coisas estavam tomando seu rumo.
Achei mesmo que estaria bem e tranquila com tudo isso, como disse por todas as vezes.
E eu me desprendi, e me prendi em outras coisas.
Na minha vida, porque não? No meu rumo, no caminho que seguiria traçando se não fosse aquela tarde de verão quando eu disse SIM.
Ou quando te fiz dizer.
E hoje vejo coisas que já estava na minha frente, pintadas de vermelho com bolas amarelas e mesmo assim eu insistia em não enxergar!!
E eu ouço e leio coisas indigestas e tão pesadas que já ouvia e me fingia de surda. E me fazia de cega tantas vezes...
Eu apenas sinto.
Toda essa imaturidade que estava passando, que estava crescendo pra vida, se foi. Desmoronou com a areia da praia, com a água da chuva que levou embora aquela menina.
E que trouxe de volta aquilo que eu nunca quis.
Pra tudo que houve de bom, levo 3 vezes de coisas ruins agora.
A confiança virou nojo.
O carinho, desprezo.
O amor... [?] Não sei quem ele é pra dizer qualquer coisa agora.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
só o tempo...
Posso dizer das noites sem tu
Que sei que jamais serão tão quentes
Que não vão me acolher como só os teus braços fizeram.
Eu posso contar-te da diversão
Da velha imaginação de voltar no tempo bom.
Posso correr contra o tempo
Fugir pro mesmo lugar
Sem me mover,
Sem arriscar
E querer que tudo aquilo me fizesse não sonhar
Com os monstros bem criados
Desenhados no meus sonho
Pesadelo, companheiro
Que me assombra noite ou dia
Que agonia tudo isso
Teu sumiço dos meus dias
Pras noites, agora, tão frias
Que agradam a qualquer um.
Quem diria que então seria assim...
O fim do pra sempre, de novo, me veio
Safado pra sempre precoce.
Carente e tão desprendido
Sofrido suspiro de outrora
Que passa, que vai e volta.
Tormenta da madrugada
Frieza sem coração
Seguindo na direção
Do vento que muda sempre
Daquele que nunca para
Que vara nas noites a fio
Escrevendo por linhas e linhas sem sequer pensar
E apagando-se das culpas do mundo
Tão sábio e absurdo tempo.
Que sei que jamais serão tão quentes
Que não vão me acolher como só os teus braços fizeram.
Eu posso contar-te da diversão
Da velha imaginação de voltar no tempo bom.
Posso correr contra o tempo
Fugir pro mesmo lugar
Sem me mover,
Sem arriscar
E querer que tudo aquilo me fizesse não sonhar
Com os monstros bem criados
Desenhados no meus sonho
Pesadelo, companheiro
Que me assombra noite ou dia
Que agonia tudo isso
Teu sumiço dos meus dias
Pras noites, agora, tão frias
Que agradam a qualquer um.
Quem diria que então seria assim...
O fim do pra sempre, de novo, me veio
Safado pra sempre precoce.
Carente e tão desprendido
Sofrido suspiro de outrora
Que passa, que vai e volta.
Tormenta da madrugada
Frieza sem coração
Seguindo na direção
Do vento que muda sempre
Daquele que nunca para
Que vara nas noites a fio
Escrevendo por linhas e linhas sem sequer pensar
E apagando-se das culpas do mundo
Tão sábio e absurdo tempo.
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