Damos razão à razão alheia
E é quando perdemos a nossa própria.
Deixamos de ver o copo meio cheio
Quando insistimos na sua metade vazia.
E completamos a falta que sentimos em vazios que jamais serão preenchidos.
O caminho que tomamos foi pensado
De toda forma, não se define pela sua incoerência.
Solidão, sim e não.
Silêncio como nunca antes.
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Equi"livre-se!"
Qual a razão de estarmos presos às pessoas? Que necessidade é essa que exercemos uns pelos outros?
Com o passar dos dias, essa dúvida vem me perseguindo e aumentando meus questionamentos sobre ela.
Gostaria de entender mais sobre as tais "vidas passadas".
Como pode ser tão natural se ligar à alguém que mal conhecemos?
E depender de estar perto, de estar junto, de saber ao menos que a pessoa está lá, próxima de nós.
Sou sentimentalista, dependente, sim! É mais forte do que eu.
E talvez seja uma epidemia, pois não sou a única.
É tão contagioso esse negócio de gostar.
E serão sempre as correntes mais fortes que irão nos prender à alguém. As correntes do sentimento.
Que nos fazem gostar dessa prisão que nunca fez mal a ninguém. (até onde se tem notícias)
E é justo que meu equilíbrio esteja fora do meu próprio corpo?
Que todas as respostas que busco estejam na mente ao lado?
Já disseram por aí que o melhor lugar do mundo é dentro de um abraço, não tenho dúvidas disso.
Mas não de qualquer um, isso é fato.
E nem de quem a gente escolhe ser! Isso é ridículo!!!
Sim, ridículo, pois é absurdo ficar abraçado a um "estranho" como se o mundo fosse acabar e você sequer se importa com isso.
E o mais absurdo é não ter esse abraço disponível 24 horas por dia, ou quando mais precisamos, principalmente.
Com o passar dos dias, essa dúvida vem me perseguindo e aumentando meus questionamentos sobre ela.
Gostaria de entender mais sobre as tais "vidas passadas".
Como pode ser tão natural se ligar à alguém que mal conhecemos?
E depender de estar perto, de estar junto, de saber ao menos que a pessoa está lá, próxima de nós.
Sou sentimentalista, dependente, sim! É mais forte do que eu.
E talvez seja uma epidemia, pois não sou a única.
É tão contagioso esse negócio de gostar.
E serão sempre as correntes mais fortes que irão nos prender à alguém. As correntes do sentimento.
Que nos fazem gostar dessa prisão que nunca fez mal a ninguém. (até onde se tem notícias)
E é justo que meu equilíbrio esteja fora do meu próprio corpo?
Que todas as respostas que busco estejam na mente ao lado?
Já disseram por aí que o melhor lugar do mundo é dentro de um abraço, não tenho dúvidas disso.
Mas não de qualquer um, isso é fato.
E nem de quem a gente escolhe ser! Isso é ridículo!!!
Sim, ridículo, pois é absurdo ficar abraçado a um "estranho" como se o mundo fosse acabar e você sequer se importa com isso.
E o mais absurdo é não ter esse abraço disponível 24 horas por dia, ou quando mais precisamos, principalmente.
quinta-feira, 30 de julho de 2015
despedida.
Está chegando a hora.
Frio na barriga, na espinha, mãos geladas e suando.
Coração acelerado e expectativa sobre o novo.
Estou me sentindo perdida e aflita.
Um novo passo que vem sendo dado, aos poucos, desde que tomei a decisão.
Como as nossas escolhas podem mexer tanto com tudo dentro de nós?!
E com o mundo a nossa volta, de uma maneira inexplicável.
Talvez o cansaço que me toma, dê lugar a essa nova possibilidade.
Mesmo que de um cansaço novo.
Foram cinco anos vividos aqui onde fiz muitos amigos, alguns prováveis "inimigos" e adquiri muita experiência.
Conheci pessoas por todo o país e fora dele também.
Raimundinhas, Robsvaldos, Suzanitas... Sotaques de todo lado!
E no cálculo de todas as coisas, saio com saldo positivo.
Com a certeza de ter feito o que deveria ter sido feito.
Ai ai, como sentirei saudades.
NDDigital *25/05/2010 +31/07/2015
E o futuro, a Deus pertence.
Frio na barriga, na espinha, mãos geladas e suando.
Coração acelerado e expectativa sobre o novo.
Estou me sentindo perdida e aflita.
Um novo passo que vem sendo dado, aos poucos, desde que tomei a decisão.
Como as nossas escolhas podem mexer tanto com tudo dentro de nós?!
E com o mundo a nossa volta, de uma maneira inexplicável.
Talvez o cansaço que me toma, dê lugar a essa nova possibilidade.
Mesmo que de um cansaço novo.
Foram cinco anos vividos aqui onde fiz muitos amigos, alguns prováveis "inimigos" e adquiri muita experiência.
Conheci pessoas por todo o país e fora dele também.
Raimundinhas, Robsvaldos, Suzanitas... Sotaques de todo lado!
E no cálculo de todas as coisas, saio com saldo positivo.
Com a certeza de ter feito o que deveria ter sido feito.
Ai ai, como sentirei saudades.
NDDigital *25/05/2010 +31/07/2015
E o futuro, a Deus pertence.
segunda-feira, 15 de junho de 2015
quinta-feira, 21 de maio de 2015
Vamos comemorar o fim dos tempos.
O recomeço do nada
Vamos comemorar os camelos no céu e as flores amarelas.
Comemorar o que nem se tem e o que não se pode ver.
Vamos comemorar o desespero e a saudade
A angústia do não saber
E comemorar o ano que há de vir ou já acabou.
Enquanto nos fazemos de lúcidos e perdemo-nos na insanidade.
Comemoramos o dia que sequer nos pertence.
E pensamos. E pesamos.
Chegamos à conclusão de que nada somos além de nada.
Parabéns pra nós, parabéns pra você.
Parabéns pra esse mundo que se encarrega de levar a ventania como um sopro
Pra qualquer lugar, pra qualquer lugar.
Me perdoa. E por mais que te doa... Me perdoa.
O recomeço do nada
Vamos comemorar os camelos no céu e as flores amarelas.
Comemorar o que nem se tem e o que não se pode ver.
Vamos comemorar o desespero e a saudade
A angústia do não saber
E comemorar o ano que há de vir ou já acabou.
Enquanto nos fazemos de lúcidos e perdemo-nos na insanidade.
Comemoramos o dia que sequer nos pertence.
E pensamos. E pesamos.
Chegamos à conclusão de que nada somos além de nada.
Parabéns pra nós, parabéns pra você.
Parabéns pra esse mundo que se encarrega de levar a ventania como um sopro
Pra qualquer lugar, pra qualquer lugar.
Me perdoa. E por mais que te doa... Me perdoa.
quarta-feira, 29 de abril de 2015
Como é engraçado ler coisas antigas...
E como as pessoas mudam de opinião!
Já largamos várias mãos e nos apegamos a muitas outras
Os caminhos são opostos, os destinos já não sei.
Onde foi parar todo aquele desejo de sermos ouvidos?!
Talvez eu ainda seja a única por aqui.
Estou me sentindo meio "Rose no Titanic".
Tudo afundou, tudo quebrou, todos morreram.
Um apito, por favor.
E como as pessoas mudam de opinião!
Já largamos várias mãos e nos apegamos a muitas outras
Os caminhos são opostos, os destinos já não sei.
Onde foi parar todo aquele desejo de sermos ouvidos?!
Talvez eu ainda seja a única por aqui.
Estou me sentindo meio "Rose no Titanic".
Tudo afundou, tudo quebrou, todos morreram.
Um apito, por favor.
Repensar sobre aquilo que sequer lhe veio à mente.
Sobre as dores que nem sente.
Vagarosamente...
Reviver o que nem existe,
Estando alegre ou estando triste
Pra saber de onde e para onde as coisas vão.
Sermão.
Não adianta ser o que não se quer.
Não adianta ter aquilo que não se pode.
Mas o sussurro do desejo, ah.
Almejo.
Lugares pelos quais nunca passei.
Mas meus olhos, esses são guias
Conhecem cada curva e cada esquina.
Termina.
Com a graça, o afeto, o sorriso.
Preciso!
Sobre as dores que nem sente.
Vagarosamente...
Reviver o que nem existe,
Estando alegre ou estando triste
Pra saber de onde e para onde as coisas vão.
Sermão.
Não adianta ser o que não se quer.
Não adianta ter aquilo que não se pode.
Mas o sussurro do desejo, ah.
Almejo.
Lugares pelos quais nunca passei.
Mas meus olhos, esses são guias
Conhecem cada curva e cada esquina.
Termina.
Com a graça, o afeto, o sorriso.
Preciso!
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