Menina, tu és poesia pura
Tuas fotos, teus lábios
Tuas cores e formas
Nem te conheço, menina
Só sei de teus interesses
Pelo lado mais belo das coisas
De ti, só sei o endereço
Pelos registros de tua lente
Só sei de teus desamores
Porque tropeçam nos meus.
Sei de ti, menina
Que não sabes nada sobre mim também.
E, talvez, um dia tua vida esbarre na minha
E eu saiba mais até do que gostaria
E tu descubras, também, mais de mim.
E deixarás então de ser poesia,
Passarás a ser a canção
Que hei de cantar todo dia.
segunda-feira, 15 de maio de 2017
sexta-feira, 5 de maio de 2017
Sentimento tiquetaqueando em meu peito.
Cabeça voando, fazendo contas.
Fazendo de conta que tudo está bem.
E tem que estar mesmo, nada mais justo comigo.
Chegada a hora do recomeço.
Desapego.
Estão me tirando tudo o que tenho, que nunca foi meu.
Quero acreditar que seja para ter o que me pertence, de fato.
Para sorrir de novo, sem que seja de desespero.
Cabeça voando, fazendo contas.
Fazendo de conta que tudo está bem.
E tem que estar mesmo, nada mais justo comigo.
Chegada a hora do recomeço.
Desapego.
Estão me tirando tudo o que tenho, que nunca foi meu.
Quero acreditar que seja para ter o que me pertence, de fato.
Para sorrir de novo, sem que seja de desespero.
quarta-feira, 3 de maio de 2017
domingo, 30 de abril de 2017
Tu és feliz de verdade,
Como imaginou que seria
Ao andar por ai sozinha,
Rodeada de gente?
Estes lugares novos que tens frequentado,
Te preenchem como gostarias?
Desejo mesmo que sim.
Espero que te encontres dentro de ti,
Diante desse novo mundo que tens descoberto.
Só queria fazer parte dos teus planos,
Como sempre fizeste dos meus.
Dói ser descartado.
Como imaginou que seria
Ao andar por ai sozinha,
Rodeada de gente?
Estes lugares novos que tens frequentado,
Te preenchem como gostarias?
Desejo mesmo que sim.
Espero que te encontres dentro de ti,
Diante desse novo mundo que tens descoberto.
Só queria fazer parte dos teus planos,
Como sempre fizeste dos meus.
Dói ser descartado.
Como é incrível a nossa sintonia!
Mesmo sem saber da Minha dor, escreveu exatamente tudo o que eu precisava ler.
Por Josias Zanchetta.
Animus e desanimus
Não negocio versos com a dor
Tampouco faço deles carnavais.
Entrego sorrisos
Protejo lágrimas.
No pequeno espaço entre corpo e alma
Deixo soprar vento no oco
Para ouvir pífaros confusos
E Celebrações ao desconhecido.
Não era o sopro paterno criador de alma
Era só mais uma tempestade
Que optei por não sobreviver
Esperando por um acaso que desfaleceu
Em combate com a soberania.
Desisti de machucar a dor
Preferi fazer dela infindáveis festivais de esperança.
Desisti de enxugar as lágrimas
Preferi bebê las para ter mais sede.
Só não desisto de transbordar o riso...
É com ele que inundo os nômades traiçoeiros.
Não desisto de cantar sem plateia
De pintar molduras ao invés da tela
Usar óculos escuros em dias nublados
Usar tênis sujos e cadarços desamarrados
Comprar pão sem fome
Decorar sobrenome ao invés do nome.
Mesmo sem saber da Minha dor, escreveu exatamente tudo o que eu precisava ler.
Por Josias Zanchetta.
Animus e desanimus
Não negocio versos com a dor
Tampouco faço deles carnavais.
Entrego sorrisos
Protejo lágrimas.
No pequeno espaço entre corpo e alma
Deixo soprar vento no oco
Para ouvir pífaros confusos
E Celebrações ao desconhecido.
Não era o sopro paterno criador de alma
Era só mais uma tempestade
Que optei por não sobreviver
Esperando por um acaso que desfaleceu
Em combate com a soberania.
Desisti de machucar a dor
Preferi fazer dela infindáveis festivais de esperança.
Desisti de enxugar as lágrimas
Preferi bebê las para ter mais sede.
Só não desisto de transbordar o riso...
É com ele que inundo os nômades traiçoeiros.
Não desisto de cantar sem plateia
De pintar molduras ao invés da tela
Usar óculos escuros em dias nublados
Usar tênis sujos e cadarços desamarrados
Comprar pão sem fome
Decorar sobrenome ao invés do nome.
sexta-feira, 28 de abril de 2017
Aos poucos vamos assimilando o fim
Não nadamos mais contra a corrente
Não lutamos mais pra ter o que já perdemos.
Vamos nos recompondo
As lágrimas vão secando.
Entendemos que é chegada a hora
Da partida, do desapego, da amizade como sempre foi, mas agora é, de fato.
Um dia de cada vez, um passo atrás do outro.
Pra não nos perdemos nesse caminho
De recomeço.
Não nadamos mais contra a corrente
Não lutamos mais pra ter o que já perdemos.
Vamos nos recompondo
As lágrimas vão secando.
Entendemos que é chegada a hora
Da partida, do desapego, da amizade como sempre foi, mas agora é, de fato.
Um dia de cada vez, um passo atrás do outro.
Pra não nos perdemos nesse caminho
De recomeço.
quinta-feira, 27 de abril de 2017
Essa madrugada quase me matou.
De frio, de dor.
Quase morri no desespero da solidão.
O zumbido em meus ouvidos foi como nunca antes.
Pesadelos vieram a tona, não mais que a certeza de te perder.
Aos poucos vou reconstruindo, eu sei.
Hoje, ainda não.
Cada passo é um novo começo.
Cada curva é um desafio.
E, sozinha, as coisas parecem mais difíceis.
Muito embora eu tenha apoio de todos os lados, já vi que não estou tão só.
Tempo, tempo, meu camarada, passe!
Leve contigo essa dor, esse medo de recomeço.
Leve contigo essa angústia de não poder.
Tempo, reconecte-me comigo mesma.
Fortaleça-me!
De frio, de dor.
Quase morri no desespero da solidão.
O zumbido em meus ouvidos foi como nunca antes.
Pesadelos vieram a tona, não mais que a certeza de te perder.
Aos poucos vou reconstruindo, eu sei.
Hoje, ainda não.
Cada passo é um novo começo.
Cada curva é um desafio.
E, sozinha, as coisas parecem mais difíceis.
Muito embora eu tenha apoio de todos os lados, já vi que não estou tão só.
Tempo, tempo, meu camarada, passe!
Leve contigo essa dor, esse medo de recomeço.
Leve contigo essa angústia de não poder.
Tempo, reconecte-me comigo mesma.
Fortaleça-me!
quarta-feira, 26 de abril de 2017
25/04/2017
É chegado o nosso fim.
Entre os mesmos dias do começo, inversa ironia.
Infeliz surpresa a minha, que já esperava pelo seu desamor.
Os dias foram nos esfriando e antes que o verão pudesse voltar para aquecer nossos corações,
O inverno prevaleceu.
Congelamos nossos sentimentos, uns por vontade, outros por obrigação.
E a dor que se aloja em meu peito parece que vai me levar dessa vida.
Parece que ainda é um sonho, o pior dos meus pesadelos.
Perdi o controle das lágrimas, perdi o controle de tudo que, talvez, nunca tive.
Gostaria muito de entender o que houve, qual extremo te fez parar.
Queria que a nossa primavera fosse mais forte que o outono.
Que a beleza das flores falasse mais alto.
Mas tudo o que ouço é chuva! É temporal.
Entre os mesmos dias do começo, inversa ironia.
Infeliz surpresa a minha, que já esperava pelo seu desamor.
Os dias foram nos esfriando e antes que o verão pudesse voltar para aquecer nossos corações,
O inverno prevaleceu.
Congelamos nossos sentimentos, uns por vontade, outros por obrigação.
E a dor que se aloja em meu peito parece que vai me levar dessa vida.
Parece que ainda é um sonho, o pior dos meus pesadelos.
Perdi o controle das lágrimas, perdi o controle de tudo que, talvez, nunca tive.
Gostaria muito de entender o que houve, qual extremo te fez parar.
Queria que a nossa primavera fosse mais forte que o outono.
Que a beleza das flores falasse mais alto.
Mas tudo o que ouço é chuva! É temporal.
quinta-feira, 20 de abril de 2017
Yes, I can!
O primeiro passo foi dado,
Seguirei adiante agora!
Só preciso buscar cada um dos meus sonhos.
Sem que ninguém me interrompa, me amedronte, me coaja.
Eu sou maior do que qualquer obstáculo.
Seguirei adiante agora!
Só preciso buscar cada um dos meus sonhos.
Sem que ninguém me interrompa, me amedronte, me coaja.
Eu sou maior do que qualquer obstáculo.
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Alma pequena, nunca valeu a pena. Nunca foi bonito não ter empatia. Porque agora tem de ser? Querer encontrar sentimento, onde só existe nú...
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Um dia, você vai acordar e vão rir de você. Irão dizer que você é fraco, e não é suficientemente bom. Vão caçoar das tuas fraquezas, vão fa...
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Olhei pro lado e lá estava ela. A dor do outro que doeu em mim. E quando me dei conta, Percebi que a minha dor não existia. E quanto mai...