Começar pelo começo já seria bem difícil
E, simplesmente, pensar não seria o suficiente.
Hoje, mais uma vez, volto ào passado
Lembro de toda minha vida, de mais um ano.. Ou menos um.
Não me restrinjo a pensar nas coisas boas
E o que me cerca, certamente, são as mais loucas histórias que preencheram e completaram meu 19º aniversário! *.*
Eita ano de descobertas, escolhas, amores, lágrimas, risos, erros e acertos tão completos de necessidade! Sonhos, pesadelos, brigas, rancor, paz e carinho... Dúvidas e certezas³, ciúmes =º´, encrenca, malícia, desejo, segredos, confissões, dependência, carência, preconceito, novos amigos *-------* os 'velhos' tbm... Independência! Habilitação, tatuagem³, moto *----*, trabalho, perdas e ganhos, omissão, tentação, traição... ;x perdão, novidades, raridades, cumplicidade, invenção! Sucesso, dinheiro, paz, desassossego, medo, CORAGEM, des/respeito, música³³³, violão, cama \o/, cachorros *.*, morte, separação, saudades², temores, chocolate! Academiia *.*, paixões... A VIDA! \o/
Mais um ano de muita história pra contar! O maais cheio delas, eu acho... assovio*
O mais emocionante, extasiante, excitante -q
Foi um ano de aprendizado e novos interesses..
Foi bastante incomum, foi deveras importante.
Dei passos decisivos, perdi e ganhei muita coisa, muita gente...
Reinventei minha história! \o)
Enfrentei meu destino, desenhei um futuro.
Garanti boas histórias pros meus netos, ou pros netos dos meus irmãos.. shiauhsuiahsiauhsa! \o/
EU VIVI!!! E , acima de tudo... Eu sobrevivi!! (:
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
silêncio
Como se do nada a vida nem importasse
Somos tão pequenos que nada mais faz sentido
O coração simplesmente para
Num sulco violento de força bruta
Tentando mostrar como somos frágeis
Tentando gritar dentro do peito morto
É como se nada mesmo fosse chegar amanhã
Os dias parecem escuros, mesmo com o sol gravado em meu corpo
E as circinstâncias de vida não me cabem, nem à ti
Lentamente, pouco a pouco
O forte coração vai deixando de bater
O som da respiração se distancia a cada passo
E pro fim do seu cansaço
O descanso eterno, enfim.
Somos tão pequenos que nada mais faz sentido
O coração simplesmente para
Num sulco violento de força bruta
Tentando mostrar como somos frágeis
Tentando gritar dentro do peito morto
É como se nada mesmo fosse chegar amanhã
Os dias parecem escuros, mesmo com o sol gravado em meu corpo
E as circinstâncias de vida não me cabem, nem à ti
Lentamente, pouco a pouco
O forte coração vai deixando de bater
O som da respiração se distancia a cada passo
E pro fim do seu cansaço
O descanso eterno, enfim.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
lamento
Isso tudo porque você não vai ler
Porque sei que meu nome não mudou
Nem meu rosto
Nem o gosto do rancor que ainda guardo
E, certamente, nunca vai entender
O motivo pelo qual me trouxe aqui
Nem o medo que ainda me acompanha
Nem a saudade que jamais esqueci
Nem a vontade que nunca realizei
E a voz que de mim não sai
Logo tudo vai passar..
Não queria apenas seguir
Queria poder esquecer
Mas esquecer de verdade! Não lembrar, nem pensar
É bem provável que não veja isso
Sabes, tão bem quanto eu, que não há meu nome em sua lista de preferências
Sabes melhor que eu do que sentes aí dentro.
Não te culpo por meus erros
Nem te peço uma outra chance
Acabou meu argumento
Dei um fim nos meus lamentos
Pra, quem sabe, viver
Porque sei que meu nome não mudou
Nem meu rosto
Nem o gosto do rancor que ainda guardo
E, certamente, nunca vai entender
O motivo pelo qual me trouxe aqui
Nem o medo que ainda me acompanha
Nem a saudade que jamais esqueci
Nem a vontade que nunca realizei
E a voz que de mim não sai
Logo tudo vai passar..
Não queria apenas seguir
Queria poder esquecer
Mas esquecer de verdade! Não lembrar, nem pensar
É bem provável que não veja isso
Sabes, tão bem quanto eu, que não há meu nome em sua lista de preferências
Sabes melhor que eu do que sentes aí dentro.
Não te culpo por meus erros
Nem te peço uma outra chance
Acabou meu argumento
Dei um fim nos meus lamentos
Pra, quem sabe, viver
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
incerto (:
E, o que é a vida, senão o hoje.
E só por hoje eu queria morrer
Voar pra bem longe...
Poder esquecer
Queria o silêncio
O barulho do nada
Uma árvore alta e, talvez, uma escada
Ou apenas a sacada de um preédio sem final
Ou apenas um curativo pra acabar com esse mal
Quem sabe respostas, ou um prato bem cheio
Pra acalmar o receio de dormir sem jantar
E acabar com essa angústia de tanto pensar
Só querer um futuro
Um lugar bem seguro
Um escape pra dor
A beleza da flor
E uma única certeza
Nada pode ser certo, enfim.
E só por hoje eu queria morrer
Voar pra bem longe...
Poder esquecer
Queria o silêncio
O barulho do nada
Uma árvore alta e, talvez, uma escada
Ou apenas a sacada de um preédio sem final
Ou apenas um curativo pra acabar com esse mal
Quem sabe respostas, ou um prato bem cheio
Pra acalmar o receio de dormir sem jantar
E acabar com essa angústia de tanto pensar
Só querer um futuro
Um lugar bem seguro
Um escape pra dor
A beleza da flor
E uma única certeza
Nada pode ser certo, enfim.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
TPA19
Dias antes do começo de um retorno passageiro
Pela vida tão incerta
Dos amores e rumores, das minhas buscas constantes.
E, pras perguntas cada vez mais instigantes
As mesmas respostas vazias de sempre.
O mesmo 'porque' no final.
E o mesmo nervosismo banal
Que todo ano me cerca
Que a cada passo me cega, da miopia companheira (H'
E a dor nas costas que aumenta
E as brincadeiras que já não as mesmas.
A irreverência segue, tão farta
Mas as companhias se modificaram, pra que as piadas não percam a graça
Para que os caminhos não parem de mudar
E as descobertas cresçam
E as desavenças, as dores, as culpas e medos.
E as flores renasçam num compasso incomum
E pra cada novo passo, novos laços, novas danças
E a criança aqui dentro
Certamente, raramente, vai mudar
Pela vida tão incerta
Dos amores e rumores, das minhas buscas constantes.
E, pras perguntas cada vez mais instigantes
As mesmas respostas vazias de sempre.
O mesmo 'porque' no final.
E o mesmo nervosismo banal
Que todo ano me cerca
Que a cada passo me cega, da miopia companheira (H'
E a dor nas costas que aumenta
E as brincadeiras que já não as mesmas.
A irreverência segue, tão farta
Mas as companhias se modificaram, pra que as piadas não percam a graça
Para que os caminhos não parem de mudar
E as descobertas cresçam
E as desavenças, as dores, as culpas e medos.
E as flores renasçam num compasso incomum
E pra cada novo passo, novos laços, novas danças
E a criança aqui dentro
Certamente, raramente, vai mudar
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Ainda...
Um namorado de saias
Para os loucos contos cibernéticos
Para horas de prosa frouxa
Para risos e falta de nexo
E chegamos a falar em sexo
E foi tudo tão normal
E voltamos ao passado
Quando nada, ainda, era igual
Descobrimos nossos segredos
Comparamos certos medos
E o refúgio que nos guarda
Apagado foi, rapidamente
Num receio de pesquisa
De um alguém que nem avisa
E vai chegando todo todo
E vai tomando o seu espaço
Que na verdade nem lhe pertence
E, antes mesmo que eu pense
Já estou lembrando, enfim
Revendo um passado distante
Que se faz presente em mim
E, mesmo que eu queira deixá-lo
Ele não deixa dos meus pensamentos
E pelos lamentos me perco nos versos
E atravesso caminhos de olhos fechados
De punhos atados pelos medos meus
Para os loucos contos cibernéticos
Para horas de prosa frouxa
Para risos e falta de nexo
E chegamos a falar em sexo
E foi tudo tão normal
E voltamos ao passado
Quando nada, ainda, era igual
Descobrimos nossos segredos
Comparamos certos medos
E o refúgio que nos guarda
Apagado foi, rapidamente
Num receio de pesquisa
De um alguém que nem avisa
E vai chegando todo todo
E vai tomando o seu espaço
Que na verdade nem lhe pertence
E, antes mesmo que eu pense
Já estou lembrando, enfim
Revendo um passado distante
Que se faz presente em mim
E, mesmo que eu queira deixá-lo
Ele não deixa dos meus pensamentos
E pelos lamentos me perco nos versos
E atravesso caminhos de olhos fechados
De punhos atados pelos medos meus
terça-feira, 6 de outubro de 2009
um dia, talvez
Queria poder medir
O tamanho da tua dor
Queria saber porque
De sentir tanto temor
E, quem sabe tentar entender
Tua cabeça e teu rancor.
Honestamente, és tão carente
Mas incoerente com tuas vontades
E, fiel às insanidades de possessão
E cruel aos pequenos momentos de fuga à prisão.
Mas que um dia vais ceder
Mesmo sem entenderes
Que a vida acaba aqui.
O tamanho da tua dor
Queria saber porque
De sentir tanto temor
E, quem sabe tentar entender
Tua cabeça e teu rancor.
Honestamente, és tão carente
Mas incoerente com tuas vontades
E, fiel às insanidades de possessão
E cruel aos pequenos momentos de fuga à prisão.
Mas que um dia vais ceder
Mesmo sem entenderes
Que a vida acaba aqui.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Por eLa *.*
'É um desejo
Que vem e fica
Que pega e nao desapega
Cravado no peito e mente
E não mente quando sente
Que o amor se faz dormente
Permanente, sempre, em nós'
(L'
Que vem e fica
Que pega e nao desapega
Cravado no peito e mente
E não mente quando sente
Que o amor se faz dormente
Permanente, sempre, em nós'
(L'
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
De repente sonho...
Dos seus sonhos de codel
Derretidos com a chuva
Traduzidos no papel
Se encaixam como uma luva
Desejados e buscados
Cada dia, passo a passo
E num descuido repentino
Tô perdida em teu abraço
Encontrei de novo o passo
No final do meu cansaço
Desapegos e querências
E a insistência incomum
Do destino persistente
Que nos leva à lugar algum
Que me mostra um bom caminho
Pra quem nunca está sozinho
E, mesmo assim, não encontra companhia
Nem sossego à dor que tinha
Que antes, tanto doía
E hoje sem mais mudar
E não sabe cicatrizar
Nem ao menos repousar
Dos fracos arrependimentos
Companheiros pensamentos
Do passado tão recente
Dum futuro promissor
Ou de mais, tamanha, dor
Que me aguarda, guardiã
E suspende o amanhã
Pra mais culpa acompanhar
Derretidos com a chuva
Traduzidos no papel
Se encaixam como uma luva
Desejados e buscados
Cada dia, passo a passo
E num descuido repentino
Tô perdida em teu abraço
Encontrei de novo o passo
No final do meu cansaço
Desapegos e querências
E a insistência incomum
Do destino persistente
Que nos leva à lugar algum
Que me mostra um bom caminho
Pra quem nunca está sozinho
E, mesmo assim, não encontra companhia
Nem sossego à dor que tinha
Que antes, tanto doía
E hoje sem mais mudar
E não sabe cicatrizar
Nem ao menos repousar
Dos fracos arrependimentos
Companheiros pensamentos
Do passado tão recente
Dum futuro promissor
Ou de mais, tamanha, dor
Que me aguarda, guardiã
E suspende o amanhã
Pra mais culpa acompanhar
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Carente
Quantos banhos você toma
Quando toma um banho só?
E a rotina dos seus dias
Fim do dia vira pó!
E a procura por seus beijos
Em meu peito dá um nó
Segue regra e imponente
Impotente e tão segura
Desenfreada loucura
Tão carente de você
Que só de pensar em te ver
Enlouquece todo o corpo
Me padece o desconforto
De não mais podê-la ter
Quando toma um banho só?
E a rotina dos seus dias
Fim do dia vira pó!
E a procura por seus beijos
Em meu peito dá um nó
Segue regra e imponente
Impotente e tão segura
Desenfreada loucura
Tão carente de você
Que só de pensar em te ver
Enlouquece todo o corpo
Me padece o desconforto
De não mais podê-la ter
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