terça-feira, 29 de março de 2011

café?

Pra que tanto café?
Cedo demais pra falar, queimei a língua.
E apenas dois minutos, estará gelado
Desperdiçado...
No fundo do copo, aquele pozinho, parado.
Amargo café, tão doce que misturado ao pedaço de chocolate, perde toda a relevância!
Que intolerância com o pobre.
Ah, que saco não ter assunto
O coitado do café sendo cobaia do meu mau humor.
Que horror!
Acho que vou parando por aqui mesmo
O café já esfriou.

sexta-feira, 25 de março de 2011

corrida

Escrita pouca
De meias palavras
Entrelinhas, entrelados
E o tempo não para.

Zuzaca

Descansa, pequena
Sereno e suave som da flauta
Pra que ensinar a vida?
Quem sofre com despedidas
Se lamenta e dorme.

ao som da Rainha.

Sonha... Com voltas que não virão
Quem partiu e não voltará
Chorando à patria e ela.
Mas nenhuma dor deve ser tão inútil
Sem sofrimento, não há esperança
Bamba, passos de linha torta
Machucada asa, do equilibrista
Artista que nunca morre.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

MÚSICA

AMANHÃ: Divulgação dos cursos de Artes, da Uniplac! No calçadão, a partir das 9:00h! COMPAREÇA!


P.S. Porque o curso vai abrir!!! *-*

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

ré dó ré

Quero musicar
Me deixe abrir o sol
Lá Si Dó, se vão meus pés
Em busca de mais cantar.
Ré se dá sem mais delongas
Curtos versos, doce arranjo
Canja em bares e botecos
Troco pouco, bons amigos.
Abre o canto passarinho
Acompanho em Fá Maior
Sustenidos e pestanas
Serestas em Si Bemol.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

casa ♫

De mudança
Vida nova
Chega sem pedir licença
Atravessa a nossa vida
Traz bonança, recompensa.
Falta mesa, falta balde
Lava roupa mão à mão.
Despreocupadamente
Dorme-se na sala, na cama, ou no chão.
O arroz que fica pronto
A TV sobre o fogão
Toalha nova *-*
Louça limpa
Casa minha, lá vou eu *------*

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

fim

De volta do mesmo ponto
Com poucas rimas e versos
Avesso, começo torto
Final, atravesso, fim.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Esquinas e encontros...

Paralelos redundantes
Sentimentos persistentes
Insistentes, Andantes
Por entre a gente
Por dentro ào peito
Terapias e fôlego
Para olhar sem ver
Enxergar sem querer
Toda a frente que se impõe
Proposto o acordo
Coração e mente
Mas o primeiro burro
Se perde na esquina da alma
Se encontra na mesma calma
Que aflita, nunca se vai.

 Alma pequena, nunca valeu a pena. Nunca foi bonito não ter empatia. Porque agora tem de ser? Querer encontrar sentimento, onde só existe nú...