terça-feira, 26 de julho de 2011

AAAAAAAAH!

Roubaram o leite do meu café!
Me deixaram trancada na rotina, quase que com cabresto.
Sem voz pro mundo, sem fundo nem fato.
E nem circunstância para toda essa MERDA.
Só quero a liberdade que nunca me pertenceu.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Será que a gente sabe em que rua a gente se meteu?
Será que já é tarde e há espaço entre você e eu?
E há lacuna entre o dia e noite
E a lua e o sol já estão separados de novo.
Eu tô correndo contra as horas
Contra a nostalgia dos dias de ontem
E tô tão desesperada a ponto de sequer me importar
Já foi o tempo, do tempo.
Já foi a angústia da espera e a mera vontade
Que de novo traz saudade
Anseio, ambiguidade.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Eu abri de novo a janela
Dos teus olhos para o mundo
Do meu mundo pequenino
Tão distante dos teus braços
Delirante, eterno laço
Silenciado ao fim do dia.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Feliz Vida, meu bom! *-*

Meu velho, curtindo a vida
Que passa diante dos olhos
Mais anos, ou menos deles, tanto faz.
Já faz parte da rotina
Cada ano, cada dia
Que se completa na estrada.
Traçada história da vida
Do boêmio com skate nos pés
Filosofias sem rima, ou cheia delas.
Passando, se indo, ou não.
Meu bom, que completa a tira
Da vida dele e da minha
De longe, de perto, ou ciberneticamente
Saudade que bate na gente
E deixa a lembrança, fato.
Fica com o meu carinho, toda minha admiração, neste dia que é seu.
Feliz Aniversário, meu bom, tão meu, Haru. *-*

Te amo. ♥

segunda-feira, 6 de junho de 2011

De volta ao dia de depois de ontem
Hoje se te facilita em algo
Vago sentimento de não saber
O silêncio que me atormentava por ser mudo
Me atormenta com barulho agora.
E com chances de voltar atrás
E trazer à tona o nada
E ser de novo ninguém
Falar da boca pra fora
Com tons chorosos de outrora
Saudades, rancores e afins.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Sigo sem pensar.. ♪♫

Por fim de nada que nunca acabou
Que às vezes parece que nem começou ainda
E morre aos pouquinhos
No leito da alma
Escorre entre a palma e os dedos da mão.
Me deixa no chão
Com meus pensamentos voando por aí a fora
E agora?!
Espero à noitinha, tão fria e gélida
Pálida noite sem lua, nem rua sob meus pés.
E corro pra longe do meu próprio eu
Me escondo por entre os sonhos
Me encontrosem fé, nem FÁ.
Sem SOL e o sol...
Só sinto queimar a angústia
Esinto me fugir a calma
E mesmo, minh'alma que chora calada
Muda, desnorteada
Sem direção.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

yesterday ♪♫♪

Ontem eu chorei de saudades
Molhei o travesseiro, com lágrimas insistentes
Passageiras, que secaram em minutos, mas que doeram eternidade.
Fui desamparada pela razão.
E tudo tão incoscientemente me fez sentir falta de verdade.
E tudo me fez enxergar como crescemos
Como morremos pouco a pouco, longe do que queremos.
E como vivemos do favor alheio
Tão cheios de vontade das nossas vontades!
Tão vagos pela saudade do que não vivemos.
"Ser artista do nosso convívio, pelo inferno e céu de todo dia"
Já dizia o poeta, surrado de rotina
Amarga e previsível rotina dos meus dias.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

(:

algumas coisas foram feitas para serem aceitas.
Outras para serem engolidas.
Outras para contar pros netos.
E algumas pra nada.

terça-feira, 29 de março de 2011

café?

Pra que tanto café?
Cedo demais pra falar, queimei a língua.
E apenas dois minutos, estará gelado
Desperdiçado...
No fundo do copo, aquele pozinho, parado.
Amargo café, tão doce que misturado ao pedaço de chocolate, perde toda a relevância!
Que intolerância com o pobre.
Ah, que saco não ter assunto
O coitado do café sendo cobaia do meu mau humor.
Que horror!
Acho que vou parando por aqui mesmo
O café já esfriou.

sexta-feira, 25 de março de 2011

 Alma pequena, nunca valeu a pena. Nunca foi bonito não ter empatia. Porque agora tem de ser? Querer encontrar sentimento, onde só existe nú...