Me arrume alguns trocados
Um copo de vinho, barato
Um afago, um abraço bem quente
Me arrume um abrigo
Um amigo não tão sincero
Espero.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Sempre igual, tenho medo de dizer.. (8)
Engraçado...
Por algum motivo, pensei que conosco seria diferente.
Eu acreditava, mesmo, no pra sempre.
E eu queria fazer com que, de fato, acontecesse.
Tive medo, por várias e tantas vezes, e mesmo assim eu me entreguei à nós.
E eu sentia que tudo era tão perfeito e suave que duraria a eternidade sem que nos esforçássemos pra isso.
E eu jurei, também em frente às estrelas que levaria tudo isso comigo.
Abri os olhos num certo dia e já não estávamos mais lá. E nem cá e nem em lugar algum.
E eu chorei, e rezei, implorando para que o pesadelo fosse embora e para que você viesse de volta pro meu abraço.
E eu lutei contra mim mesma e contra o mundo que já te aceitou agora, e disse não.
Ouvi um não, ou centernas deles mais tarde com atitudes.
E eu senti ainda mais o seu alívio quando confessou ter estado com outro alguém.
Nossa, como isso me fez bem! (y)
Acreditei que por linhas tortas as coisas estavam tomando seu rumo.
Achei mesmo que estaria bem e tranquila com tudo isso, como disse por todas as vezes.
E eu me desprendi, e me prendi em outras coisas.
Na minha vida, porque não? No meu rumo, no caminho que seguiria traçando se não fosse aquela tarde de verão quando eu disse SIM.
Ou quando te fiz dizer.
E hoje vejo coisas que já estava na minha frente, pintadas de vermelho com bolas amarelas e mesmo assim eu insistia em não enxergar!!
E eu ouço e leio coisas indigestas e tão pesadas que já ouvia e me fingia de surda. E me fazia de cega tantas vezes...
Eu apenas sinto.
Toda essa imaturidade que estava passando, que estava crescendo pra vida, se foi. Desmoronou com a areia da praia, com a água da chuva que levou embora aquela menina.
E que trouxe de volta aquilo que eu nunca quis.
Pra tudo que houve de bom, levo 3 vezes de coisas ruins agora.
A confiança virou nojo.
O carinho, desprezo.
O amor... [?] Não sei quem ele é pra dizer qualquer coisa agora.
Por algum motivo, pensei que conosco seria diferente.
Eu acreditava, mesmo, no pra sempre.
E eu queria fazer com que, de fato, acontecesse.
Tive medo, por várias e tantas vezes, e mesmo assim eu me entreguei à nós.
E eu sentia que tudo era tão perfeito e suave que duraria a eternidade sem que nos esforçássemos pra isso.
E eu jurei, também em frente às estrelas que levaria tudo isso comigo.
Abri os olhos num certo dia e já não estávamos mais lá. E nem cá e nem em lugar algum.
E eu chorei, e rezei, implorando para que o pesadelo fosse embora e para que você viesse de volta pro meu abraço.
E eu lutei contra mim mesma e contra o mundo que já te aceitou agora, e disse não.
Ouvi um não, ou centernas deles mais tarde com atitudes.
E eu senti ainda mais o seu alívio quando confessou ter estado com outro alguém.
Nossa, como isso me fez bem! (y)
Acreditei que por linhas tortas as coisas estavam tomando seu rumo.
Achei mesmo que estaria bem e tranquila com tudo isso, como disse por todas as vezes.
E eu me desprendi, e me prendi em outras coisas.
Na minha vida, porque não? No meu rumo, no caminho que seguiria traçando se não fosse aquela tarde de verão quando eu disse SIM.
Ou quando te fiz dizer.
E hoje vejo coisas que já estava na minha frente, pintadas de vermelho com bolas amarelas e mesmo assim eu insistia em não enxergar!!
E eu ouço e leio coisas indigestas e tão pesadas que já ouvia e me fingia de surda. E me fazia de cega tantas vezes...
Eu apenas sinto.
Toda essa imaturidade que estava passando, que estava crescendo pra vida, se foi. Desmoronou com a areia da praia, com a água da chuva que levou embora aquela menina.
E que trouxe de volta aquilo que eu nunca quis.
Pra tudo que houve de bom, levo 3 vezes de coisas ruins agora.
A confiança virou nojo.
O carinho, desprezo.
O amor... [?] Não sei quem ele é pra dizer qualquer coisa agora.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
só o tempo...
Posso dizer das noites sem tu
Que sei que jamais serão tão quentes
Que não vão me acolher como só os teus braços fizeram.
Eu posso contar-te da diversão
Da velha imaginação de voltar no tempo bom.
Posso correr contra o tempo
Fugir pro mesmo lugar
Sem me mover,
Sem arriscar
E querer que tudo aquilo me fizesse não sonhar
Com os monstros bem criados
Desenhados no meus sonho
Pesadelo, companheiro
Que me assombra noite ou dia
Que agonia tudo isso
Teu sumiço dos meus dias
Pras noites, agora, tão frias
Que agradam a qualquer um.
Quem diria que então seria assim...
O fim do pra sempre, de novo, me veio
Safado pra sempre precoce.
Carente e tão desprendido
Sofrido suspiro de outrora
Que passa, que vai e volta.
Tormenta da madrugada
Frieza sem coração
Seguindo na direção
Do vento que muda sempre
Daquele que nunca para
Que vara nas noites a fio
Escrevendo por linhas e linhas sem sequer pensar
E apagando-se das culpas do mundo
Tão sábio e absurdo tempo.
Que sei que jamais serão tão quentes
Que não vão me acolher como só os teus braços fizeram.
Eu posso contar-te da diversão
Da velha imaginação de voltar no tempo bom.
Posso correr contra o tempo
Fugir pro mesmo lugar
Sem me mover,
Sem arriscar
E querer que tudo aquilo me fizesse não sonhar
Com os monstros bem criados
Desenhados no meus sonho
Pesadelo, companheiro
Que me assombra noite ou dia
Que agonia tudo isso
Teu sumiço dos meus dias
Pras noites, agora, tão frias
Que agradam a qualquer um.
Quem diria que então seria assim...
O fim do pra sempre, de novo, me veio
Safado pra sempre precoce.
Carente e tão desprendido
Sofrido suspiro de outrora
Que passa, que vai e volta.
Tormenta da madrugada
Frieza sem coração
Seguindo na direção
Do vento que muda sempre
Daquele que nunca para
Que vara nas noites a fio
Escrevendo por linhas e linhas sem sequer pensar
E apagando-se das culpas do mundo
Tão sábio e absurdo tempo.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Quimera
Isso só pode ser loucura
Uma aventura sem tamanho
Aquele banho de chuva gelada
Que afaga com a mesma força que leva todas as dores
Sossego pros desamores
Desacordados por eles mesmos
Segredos, nossos, tão meus
De volta a rotina dos dias
Passagem da agonia
Marcada pela intolerância, da vontade e da ganância
De ter e de não poder
E lutar por tudo isso
Pelo jogo perigoso
Do olhar malicioso
E da angustia e palpitação
Do apertado coração
Desamparado pelo mundo
Obscuro mundo negro
Do calado abismo delirante
Clamante por se jogar
À beira daquele mar de desespero
Sedento mar, ribanceiro
Parceiro do meu silêncio
Lamentos e desapego
Amparo e desassossego
Não chego onde quer que queiras
E nem digo o queres ouvir
E nem mostro o que querer ver
Sem poder, sem sequer ter como fazê-lo.
Te procuro em meio ao nada
Assuatada, também pudera
Quimera doutrora
Vaga, pedinte de abrigo
Comigo andando lado a lado
Sempre quieto, do mesmo jeito, calado.
Uma aventura sem tamanho
Aquele banho de chuva gelada
Que afaga com a mesma força que leva todas as dores
Sossego pros desamores
Desacordados por eles mesmos
Segredos, nossos, tão meus
De volta a rotina dos dias
Passagem da agonia
Marcada pela intolerância, da vontade e da ganância
De ter e de não poder
E lutar por tudo isso
Pelo jogo perigoso
Do olhar malicioso
E da angustia e palpitação
Do apertado coração
Desamparado pelo mundo
Obscuro mundo negro
Do calado abismo delirante
Clamante por se jogar
À beira daquele mar de desespero
Sedento mar, ribanceiro
Parceiro do meu silêncio
Lamentos e desapego
Amparo e desassossego
Não chego onde quer que queiras
E nem digo o queres ouvir
E nem mostro o que querer ver
Sem poder, sem sequer ter como fazê-lo.
Te procuro em meio ao nada
Assuatada, também pudera
Quimera doutrora
Vaga, pedinte de abrigo
Comigo andando lado a lado
Sempre quieto, do mesmo jeito, calado.
terça-feira, 26 de julho de 2011
AAAAAAAAH!
Roubaram o leite do meu café!
Me deixaram trancada na rotina, quase que com cabresto.
Sem voz pro mundo, sem fundo nem fato.
E nem circunstância para toda essa MERDA.
Só quero a liberdade que nunca me pertenceu.
Me deixaram trancada na rotina, quase que com cabresto.
Sem voz pro mundo, sem fundo nem fato.
E nem circunstância para toda essa MERDA.
Só quero a liberdade que nunca me pertenceu.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Será que a gente sabe em que rua a gente se meteu?
Será que já é tarde e há espaço entre você e eu?
E há lacuna entre o dia e noite
E a lua e o sol já estão separados de novo.
Eu tô correndo contra as horas
Contra a nostalgia dos dias de ontem
E tô tão desesperada a ponto de sequer me importar
Já foi o tempo, do tempo.
Já foi a angústia da espera e a mera vontade
Que de novo traz saudade
Anseio, ambiguidade.
Será que já é tarde e há espaço entre você e eu?
E há lacuna entre o dia e noite
E a lua e o sol já estão separados de novo.
Eu tô correndo contra as horas
Contra a nostalgia dos dias de ontem
E tô tão desesperada a ponto de sequer me importar
Já foi o tempo, do tempo.
Já foi a angústia da espera e a mera vontade
Que de novo traz saudade
Anseio, ambiguidade.
terça-feira, 12 de julho de 2011
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Feliz Vida, meu bom! *-*
Meu velho, curtindo a vida
Que passa diante dos olhos
Mais anos, ou menos deles, tanto faz.
Já faz parte da rotina
Cada ano, cada dia
Que se completa na estrada.
Traçada história da vida
Do boêmio com skate nos pés
Filosofias sem rima, ou cheia delas.
Passando, se indo, ou não.
Meu bom, que completa a tira
Da vida dele e da minha
De longe, de perto, ou ciberneticamente
Saudade que bate na gente
E deixa a lembrança, fato.
Fica com o meu carinho, toda minha admiração, neste dia que é seu.
Feliz Aniversário, meu bom, tão meu, Haru. *-*
Te amo. ♥
Que passa diante dos olhos
Mais anos, ou menos deles, tanto faz.
Já faz parte da rotina
Cada ano, cada dia
Que se completa na estrada.
Traçada história da vida
Do boêmio com skate nos pés
Filosofias sem rima, ou cheia delas.
Passando, se indo, ou não.
Meu bom, que completa a tira
Da vida dele e da minha
De longe, de perto, ou ciberneticamente
Saudade que bate na gente
E deixa a lembrança, fato.
Fica com o meu carinho, toda minha admiração, neste dia que é seu.
Feliz Aniversário, meu bom, tão meu, Haru. *-*
Te amo. ♥
segunda-feira, 6 de junho de 2011
De volta ao dia de depois de ontem
Hoje se te facilita em algo
Vago sentimento de não saber
O silêncio que me atormentava por ser mudo
Me atormenta com barulho agora.
E com chances de voltar atrás
E trazer à tona o nada
E ser de novo ninguém
Falar da boca pra fora
Com tons chorosos de outrora
Saudades, rancores e afins.
Hoje se te facilita em algo
Vago sentimento de não saber
O silêncio que me atormentava por ser mudo
Me atormenta com barulho agora.
E com chances de voltar atrás
E trazer à tona o nada
E ser de novo ninguém
Falar da boca pra fora
Com tons chorosos de outrora
Saudades, rancores e afins.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Sigo sem pensar.. ♪♫
Por fim de nada que nunca acabou
Que às vezes parece que nem começou ainda
E morre aos pouquinhos
No leito da alma
Escorre entre a palma e os dedos da mão.
Me deixa no chão
Com meus pensamentos voando por aí a fora
E agora?!
Espero à noitinha, tão fria e gélida
Pálida noite sem lua, nem rua sob meus pés.
E corro pra longe do meu próprio eu
Me escondo por entre os sonhos
Me encontrosem fé, nem FÁ.
Sem SOL e o sol...
Só sinto queimar a angústia
Esinto me fugir a calma
E mesmo, minh'alma que chora calada
Muda, desnorteada
Sem direção.
Que às vezes parece que nem começou ainda
E morre aos pouquinhos
No leito da alma
Escorre entre a palma e os dedos da mão.
Me deixa no chão
Com meus pensamentos voando por aí a fora
E agora?!
Espero à noitinha, tão fria e gélida
Pálida noite sem lua, nem rua sob meus pés.
E corro pra longe do meu próprio eu
Me escondo por entre os sonhos
Me encontrosem fé, nem FÁ.
Sem SOL e o sol...
Só sinto queimar a angústia
Esinto me fugir a calma
E mesmo, minh'alma que chora calada
Muda, desnorteada
Sem direção.
Assinar:
Postagens (Atom)
Alma pequena, nunca valeu a pena. Nunca foi bonito não ter empatia. Porque agora tem de ser? Querer encontrar sentimento, onde só existe nú...
-
Estou decepcionada comigo mesma. Me decepcionei com a maneira como deixei que a minha vida se acomodasse. Como deixei de escrever, de sent...
-
Um dia, você vai acordar e vão rir de você. Irão dizer que você é fraco, e não é suficientemente bom. Vão caçoar das tuas fraquezas, vão fa...
-
Olhei pro lado e lá estava ela. A dor do outro que doeu em mim. E quando me dei conta, Percebi que a minha dor não existia. E quanto mai...