Infinito silêncio e culpa
Dos sussurros ao pé do ouvido
Do descuido, ciúme, frígido
Da rotina, escuridão, parovorosa.
E o mesmo som que se ouvia
Era o eco do nada em nada
Era a sombra do pé de ameixa
Que se via na beira do fim
E, você, bem frente à mim
Me dizia em meio ao coro
De segredos e verdades
Que entre toda a vaidade
Segue um pouco do que era 'nós'.
sábado, 23 de janeiro de 2010
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