Mais uma vez o silêncio
Silencia, de novo, meu ser
No escuro do quarto vazio
Despertar de um novo querer
E ver tudo, ao mesmo tempo, se mover
Amor morrer, outra vez nascer
E querer gritar!
Explodir de dor
Demonstrar o amor, que de mim não sai
E que aos poucos, vai...
Que você liberta
Com a porta aberta
Me mandando ir
Querendo, também, sair
Tão presos entre nós mesmos
Segredos, nossos segredos.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
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Assim meio Clarice vc desperta meus sentidos, em segredos descobertos tu és ligeiramente Lispector!
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