Olha só, mais um relato
da boêmia sendo falado
de forma sóbria mas que
seja entendida bêbada.
De segunda à domingo
sempre é sexta, praquele
boêmio que vive na rua
mas é esperto o suficiente
pra não dormir na sarjeta.
Bebe, fuma, ri e briga,
tudo em casa, tudo em
família, como sempre,
No buteco da esquina.
Joga sinuca, e fala de
política, reina do prefeito
ladrão, mas puxa a bola
da caçapa que o companheiro
derrubou então.
O futebol nunca falta,
nem a cerveja ou pinguinha
nem o terresmo ou linguicinha,
tudo em casa, tudo em família,
sempre o buteco da esquina.
Saí de emprego num vê a mulher,
traí ela com a katia, quando
chega em casa só num apanha
é na sola do pé.
Essa vida boêmia é cansativa,
minha barriga que lhe diga,
sempre cultivando ela em casa,
sempre com a família.
quarta-feira, 31 de março de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Alma pequena, nunca valeu a pena. Nunca foi bonito não ter empatia. Porque agora tem de ser? Querer encontrar sentimento, onde só existe nú...
-
Estou decepcionada comigo mesma. Me decepcionei com a maneira como deixei que a minha vida se acomodasse. Como deixei de escrever, de sent...
-
Não quero, mais uma vez, ter de suplicar esse perdão, que tanto me faz falta. Não quero ter que jogar pro alto tudo o que sempre me fez bem,...
-
Minha pequena criança, tão cheia de mimos Tao cheia de fases... Indefesa criatura, de frágeis olhos desconfiados De pele alva... De clara be...
Nenhum comentário:
Postar um comentário