Plausível show de humanidade.
Com aquelas, velhas, características que só ela tem
É quando a gente vê, de verdade
A falta que tudo faz.
O sonho que nunca vem.
É quando sabemos, sempre
De nada que é certo, enfim
De tudo que é bom pro mundo
De tudo que é ruim pra mim.
As coisas não são modernas
Nem lógicas e nem sensatas
Não são como a longa espera
Mas doem tanto quanto elas mesmas.
Me fazem parecer bacana
Conversas de meia hora
Que trazem de novo esperança
Certeza de nada, outrora.
As coisas são tão injustas
E tudo dá certo, mirem!
Pequenos espaços de tempo
Antes mesmo das dores saírem.
Antes que eu conte o tempo
Os fatos, os medos, a sede.
Antes que eu volte ao pó
Antes que eu despenque.
Sem volta, sem rota, sem culpa
Sem o velho pesadelo
Com novos e companheiros.
Senhores de terno preto.
Da morte, singela, espera
Das flores murchando sem dó
O tempo, e o tempo, só
Milagreiro pras angústias nossas.
(:
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Alma pequena, nunca valeu a pena. Nunca foi bonito não ter empatia. Porque agora tem de ser? Querer encontrar sentimento, onde só existe nú...
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Um dia, você vai acordar e vão rir de você. Irão dizer que você é fraco, e não é suficientemente bom. Vão caçoar das tuas fraquezas, vão fa...
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Eu sou nada Diante da grandeza do mundo Da incerteza do meu próprio saber Eu sou nada, além de ser. Sou poeira descabida Não encaixo em ...
tempo mestre \o
ResponderExcluirque boom que voltooou :D
eh bom tirar o pó dksoakdopsakdsa :D