Espera!
Perdemos alguma parte da história.
Suspeitamos uma da outra nessa curva perigosa.
No final, não era nada.
Era tudo aquilo que jamais será.
Foi na dúvida que encontramos a certeza.
Seguimos amando um ao outro,
Na insanidade da busca pelo sigilo da estrada que nem sabemos como entramos.
De onde jamais sairemos.
Sinceridade doída.
Aqueles gigantes olhos não me deixam desviar.
Não me permitem olhar pupilas tão dilatadas.
Me assombram, me prendem.
Me libertam das minhas próprias armadilhas.
Seguiremos, adiante, em frente,
Como se nada fosse tudo,
Como se tudo fosse mais um pouco de qualquer coisa.
Muito de nada que não me sai da cabeça.
quarta-feira, 28 de junho de 2017
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Alma pequena, nunca valeu a pena. Nunca foi bonito não ter empatia. Porque agora tem de ser? Querer encontrar sentimento, onde só existe nú...
-
Estou decepcionada comigo mesma. Me decepcionei com a maneira como deixei que a minha vida se acomodasse. Como deixei de escrever, de sent...
-
Não quero, mais uma vez, ter de suplicar esse perdão, que tanto me faz falta. Não quero ter que jogar pro alto tudo o que sempre me fez bem,...
-
Minha pequena criança, tão cheia de mimos Tao cheia de fases... Indefesa criatura, de frágeis olhos desconfiados De pele alva... De clara be...
Nenhum comentário:
Postar um comentário