Sinto culpa pelos erros seus
Tão nossos, tão meus...
Tão cheios de falta de sorte
Estilo de vida
Motivo de morte.
Receio e distância
O fraco e o forte.
E o abrigo que me guardava
É, hoje, apenas mais um
É caminho sem volta
É destino algum
Uma trilha sem rumo
Um passeio no parque
Um pedaço de charque
Pra ceiar na calçada.
Isso é pura balela
É uma bela jogada
Um escape de medo
Pra quem não teme -quase- nada.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
sábado, 23 de janeiro de 2010
Era
Infinito silêncio e culpa
Dos sussurros ao pé do ouvido
Do descuido, ciúme, frígido
Da rotina, escuridão, parovorosa.
E o mesmo som que se ouvia
Era o eco do nada em nada
Era a sombra do pé de ameixa
Que se via na beira do fim
E, você, bem frente à mim
Me dizia em meio ao coro
De segredos e verdades
Que entre toda a vaidade
Segue um pouco do que era 'nós'.
Dos sussurros ao pé do ouvido
Do descuido, ciúme, frígido
Da rotina, escuridão, parovorosa.
E o mesmo som que se ouvia
Era o eco do nada em nada
Era a sombra do pé de ameixa
Que se via na beira do fim
E, você, bem frente à mim
Me dizia em meio ao coro
De segredos e verdades
Que entre toda a vaidade
Segue um pouco do que era 'nós'.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
;x
A infortuna do dilúvio
Dos meus dias de desassossego
Junto ao ponto que me fere
Junto às mágoas que me invadem
E a rotina dos meus dias
E o trabalho que me cansa
Do futuro que não vejo
E a chuva farta que molha e seca.
A saudade, hoje, menos eloquente
Nossos olhos, frente à frente
E a distância ainda assim.
Sinto o medo, e sinto a culpa
Sinto a dor do desapego
Sinto falta dos meus dias
Dos dias que era eu mesma
Mas, hoje, ainda sou!
Onde está minha verdade?
Minha pura honestidade
Da vontade que me regia
E que, passageira, segue fria.
Dos meus dias de desassossego
Junto ao ponto que me fere
Junto às mágoas que me invadem
E a rotina dos meus dias
E o trabalho que me cansa
Do futuro que não vejo
E a chuva farta que molha e seca.
A saudade, hoje, menos eloquente
Nossos olhos, frente à frente
E a distância ainda assim.
Sinto o medo, e sinto a culpa
Sinto a dor do desapego
Sinto falta dos meus dias
Dos dias que era eu mesma
Mas, hoje, ainda sou!
Onde está minha verdade?
Minha pura honestidade
Da vontade que me regia
E que, passageira, segue fria.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
SonhEi.
Tudo é absurdo
E para os surdos que me ouvem
Atentem-se para o fim.
E os cegos que, tanto bem, vêem
Contenham-se de emoção
Mantenham-se presos ao chão
Pois quem voa, jamais volta.
E do vento à minha porta
Resta o som da meia noite
Restam os gritos e gemidos
Do mudo e calado fim.
E a melodia das sombras fartas
Dos resquícios de um sonho louco
Que me fez rever um pouco
Do que era a minha vida.
Despedida...
Tão ausente e assustadora
Avassaladora!
Que tanto me aperta o peito
E mostra que não tem jeito
Saudade é como o vento batendo nas árvores
Está sempre lá
Basta lembrar
Basta pensar e querer...
Hoje a minha bate forte. ;~
E para os surdos que me ouvem
Atentem-se para o fim.
E os cegos que, tanto bem, vêem
Contenham-se de emoção
Mantenham-se presos ao chão
Pois quem voa, jamais volta.
E do vento à minha porta
Resta o som da meia noite
Restam os gritos e gemidos
Do mudo e calado fim.
E a melodia das sombras fartas
Dos resquícios de um sonho louco
Que me fez rever um pouco
Do que era a minha vida.
Despedida...
Tão ausente e assustadora
Avassaladora!
Que tanto me aperta o peito
E mostra que não tem jeito
Saudade é como o vento batendo nas árvores
Está sempre lá
Basta lembrar
Basta pensar e querer...
Hoje a minha bate forte. ;~
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Elvis (;
Já faz tempo que se foi
Todo aquele meu pesar
De trair-te, flor em flor
De beijar-te par a par.
Já faz tempo que se foi
Toda a culpa que sentia
Todo o medo que ainda tinha
Da esperança de ter-te.
E, perdi, junto à ti
O nosso futuro, tão meu
O tão obscuro abismo
Que tantas vezes me escondeu
Que me fez refém do não
Que insistia em soar entre nós.
Mesmo quando a sós
Esperando um sim e o fim.
Todo aquele meu pesar
De trair-te, flor em flor
De beijar-te par a par.
Já faz tempo que se foi
Toda a culpa que sentia
Todo o medo que ainda tinha
Da esperança de ter-te.
E, perdi, junto à ti
O nosso futuro, tão meu
O tão obscuro abismo
Que tantas vezes me escondeu
Que me fez refém do não
Que insistia em soar entre nós.
Mesmo quando a sós
Esperando um sim e o fim.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
O que é, o que é?
Sigo da calma que me apetece
Das juras e rimas do amor que cresce
Da fuga e do medo que, em mim, perece.
Do grande segredo, que o tempo oferece
E, as circunstâncias, absurdas, abstratas
Uma necessidade farta
Saudade no peito que, dentro, mata
Destino e desejo, ensejo e coragem
Verdade e vertigem, miragem e dor.
Das juras e rimas do amor que cresce
Da fuga e do medo que, em mim, perece.
Do grande segredo, que o tempo oferece
E, as circunstâncias, absurdas, abstratas
Uma necessidade farta
Saudade no peito que, dentro, mata
Destino e desejo, ensejo e coragem
Verdade e vertigem, miragem e dor.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
incErto
Lembranças, somente isso.
Segredo, o medo e a coragem
A loucura, a miragem..
O futuro e a liberdade! \o)
O destino e a triagem
E a eterna vontade.
Desvantagem!
Desassossego, confusão
Desolação e procura
Eloquência, tontura...
A vitrine do querer nos meus olhos
O cansaço das sombras que me apavoram
E a chuva que cai e seca, dia após dia.
Insistente agonia!
Transversa em minha garganta
Entalada bem aqui dentro
Me abandona, tão depressa,
E, ainda mais rápido, volta.
E das minhas mãos solta
A certeza do final
Segredo, o medo e a coragem
A loucura, a miragem..
O futuro e a liberdade! \o)
O destino e a triagem
E a eterna vontade.
Desvantagem!
Desassossego, confusão
Desolação e procura
Eloquência, tontura...
A vitrine do querer nos meus olhos
O cansaço das sombras que me apavoram
E a chuva que cai e seca, dia após dia.
Insistente agonia!
Transversa em minha garganta
Entalada bem aqui dentro
Me abandona, tão depressa,
E, ainda mais rápido, volta.
E das minhas mãos solta
A certeza do final
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Cabe nesse peito
Um pedaço de saudade
E, tamanha, vaidade
Da vontade de te ter
Cabe nos meus olhos
Lágrimas, companheiras
Inexplicáveis, passageiras
Longe de secar, enfim;
E esse silêncio, dentro de mim
Dilema dos dias e noites sem fim
De espera e procura
Outrola arlequim
Perfuma com o vento
Tua pele, marfim
E somos, por fim
Pedaço um do outro
Destino e coragem
Vertigem, passagem
Da incerteza do sim
Um pedaço de saudade
E, tamanha, vaidade
Da vontade de te ter
Cabe nos meus olhos
Lágrimas, companheiras
Inexplicáveis, passageiras
Longe de secar, enfim;
E esse silêncio, dentro de mim
Dilema dos dias e noites sem fim
De espera e procura
Outrola arlequim
Perfuma com o vento
Tua pele, marfim
E somos, por fim
Pedaço um do outro
Destino e coragem
Vertigem, passagem
Da incerteza do sim
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
amr *.*
A inexplicável sensação de necessidade e carência
Pelos dias da ausência daqueles olhos tão meus
Ainda posso sentir os lábios
Ainda posso sentir o gosto
O cheiro de fruta tão doce
E sinto, ainda, suas mãos em meu corpo
E é como se as minhas também habitassem o seu
Posso sentir sua respiração ofegante
E, mesmo assim, o silêncio da noite
Que nos cerca e proteje
Que envolve de amor nossos corpos
Sedentos um do outro
Distantes e sempre perto
Ligados pelo pensamento
A força do sentimento
Que de mim não sai...
Pelos dias da ausência daqueles olhos tão meus
Ainda posso sentir os lábios
Ainda posso sentir o gosto
O cheiro de fruta tão doce
E sinto, ainda, suas mãos em meu corpo
E é como se as minhas também habitassem o seu
Posso sentir sua respiração ofegante
E, mesmo assim, o silêncio da noite
Que nos cerca e proteje
Que envolve de amor nossos corpos
Sedentos um do outro
Distantes e sempre perto
Ligados pelo pensamento
A força do sentimento
Que de mim não sai...
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