Silencia, muda rotina
O tudo pra mim é pouco
O pouco se torna nada
Andando na mesma estrada
Passos diferentes
Bem mais lentos que ontem
Bem mais firmes e certos
Discretos momentos de raiva e tristeza
Tamanha certeza do incerto, afinal
Banal sentimento que veio e se foi
Que trouxe segundos de calma e querência
Benevolência extinta
Faminta ganância desnecessária
Outrora sua própria tumba
Imunda infidelidade
Total crueldade que te torna só.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
acidentes...
Parece que nem demorou pro ontem voltar, outra vez
Pelos barrancos já começou a se refazer
A terra trepida, e me faz vir ao chão.
O ontem no hoje, que situação!
Caminha tranqüila, sem pressa pra nada
Suposta jornada a se desfazer
Questiona, argumenta, sem ao menos saber
Acidentes e acidentes... E, de novo, nascer.
Caminho de ida, com volta, ainda bem...
Que mal deve ter em pagar pelo erro alheio?
Julgamos, julgados, traiçoeiro tempo
Arrasta-se e voa, perdemos tanto de você, velho
Que nada mais é relevante a ponto de me fazer chorar
Nem querer, nem lutar, pra voltar e viver.
Entender que nem todo mundo pensa como eu
Alguns, sequer pensam. *-*
Desprendido ontem, necessário...
Silencia, apenas silencia, adormecido
Tímido, velho, amigo
Demora tanto pra vir
Café de espera e mesa farta
Praquele que afaga as dores do fim.
Pelos barrancos já começou a se refazer
A terra trepida, e me faz vir ao chão.
O ontem no hoje, que situação!
Caminha tranqüila, sem pressa pra nada
Suposta jornada a se desfazer
Questiona, argumenta, sem ao menos saber
Acidentes e acidentes... E, de novo, nascer.
Caminho de ida, com volta, ainda bem...
Que mal deve ter em pagar pelo erro alheio?
Julgamos, julgados, traiçoeiro tempo
Arrasta-se e voa, perdemos tanto de você, velho
Que nada mais é relevante a ponto de me fazer chorar
Nem querer, nem lutar, pra voltar e viver.
Entender que nem todo mundo pensa como eu
Alguns, sequer pensam. *-*
Desprendido ontem, necessário...
Silencia, apenas silencia, adormecido
Tímido, velho, amigo
Demora tanto pra vir
Café de espera e mesa farta
Praquele que afaga as dores do fim.
domingo, 8 de agosto de 2010
Ontem [?]
Hoje, mais que ontem pensei
Lembrei, eu quis voltar
Quis ser criança, quis cantar
Novamente e simplesmente nascer.
Eu quis ter aquele abraço
Eu quis ver você sorrindo
Indo embora, certamente
Mas voltando noutro dia
Quis te ter por um segundo
Um segundo infinito
Dormindo em meus braços
Cansaço de luta contra o sonho que de mim não sai
E eu apenas quis...
Lembrei, eu quis voltar
Quis ser criança, quis cantar
Novamente e simplesmente nascer.
Eu quis ter aquele abraço
Eu quis ver você sorrindo
Indo embora, certamente
Mas voltando noutro dia
Quis te ter por um segundo
Um segundo infinito
Dormindo em meus braços
Cansaço de luta contra o sonho que de mim não sai
E eu apenas quis...
tiro
Chuva, chuva, tempestade de calma
Sofre o vento, chora sem pausa.
Corre a água pela estrada
Passageira, chuva, ingrata.
Voa o tempo, mar de espera
Naufragado na água, límpida
Desapego, tempo velho
Necessário, amigo, tempo.
Velho embaixo do sombreiro
Passos, ligeiramente, lentos
Pro futuro, derradeiro
Hoje, apenas hoje, enfim.
E, disseste, tão convicto
Qual seria o fim
Solitário fim...
De você e de mim
Aquela marca da tinta
Cravada na pele, tal qual tatuagem
Seria vertigem? Seria miragem?
Grande desvantagem perder-te de mim
De quem mais te cerca, de longe, hoje, sim.
Fazes anos, tão só
Nó no peito, por estares na ‘paz’ que pediste
Segue triste, satisfeito
Afastaste o mundo inteiro
Derradeiro sofrimento
De carência e desespero
Tiro certeiro, meu caro.
Sofre o vento, chora sem pausa.
Corre a água pela estrada
Passageira, chuva, ingrata.
Voa o tempo, mar de espera
Naufragado na água, límpida
Desapego, tempo velho
Necessário, amigo, tempo.
Velho embaixo do sombreiro
Passos, ligeiramente, lentos
Pro futuro, derradeiro
Hoje, apenas hoje, enfim.
E, disseste, tão convicto
Qual seria o fim
Solitário fim...
De você e de mim
Aquela marca da tinta
Cravada na pele, tal qual tatuagem
Seria vertigem? Seria miragem?
Grande desvantagem perder-te de mim
De quem mais te cerca, de longe, hoje, sim.
Fazes anos, tão só
Nó no peito, por estares na ‘paz’ que pediste
Segue triste, satisfeito
Afastaste o mundo inteiro
Derradeiro sofrimento
De carência e desespero
Tiro certeiro, meu caro.
sábado, 31 de julho de 2010
aaaah *-*
Saudades, diário, querido.
Saudades não só da escrita, mas da vida, daquela vida.
Dos dias de ser criança, da dança tão sem malícia.
Tamanha desimportância, tolerância, tão falta, enfim.
Os braços que cobrem meu corpo
Que zelam meu sono bom
Me fazem esquecer do mundo
De tudo que um dia foi.
Palavras suaves, doces.
Os mesmos olhos, pedintes...
Compasso da valsa triste
E a chuva que cai em mim
Que passa e não cessa mais.
Tampouco me satisfaz.
Gélidas gotas se lágrimas, chuva.
Outrora secas, cansadas do mesmo rosto.
Num gesto de estar bem.
Psíquico tratamento
Momentos e mais momentos..
Insistentes pensamentos
Que não saem de lá,
De onde devem estar
Guardados dentro de nós.
Como pássaros, voam, sós.
Divididos pelo vento, suave destino, tempo.
E a sorte que te acompanha?
Inexistente sorte sem fim
Do azar que nem existe, e o destino, esse sim!
Teu amor te acompanha, sem saber que é ele mesmo
Sem querer ser, nem fugir.
Te mantém preso em grandes braços protetores
Depois de curar as dores
Amores feitos de amor.
De medo e também de dor
Saber que o amanhã não vem
E o futuro, quem tem?
Ninguém! Mas vem.. Eu sei.
Saudades não só da escrita, mas da vida, daquela vida.
Dos dias de ser criança, da dança tão sem malícia.
Tamanha desimportância, tolerância, tão falta, enfim.
Os braços que cobrem meu corpo
Que zelam meu sono bom
Me fazem esquecer do mundo
De tudo que um dia foi.
Palavras suaves, doces.
Os mesmos olhos, pedintes...
Compasso da valsa triste
E a chuva que cai em mim
Que passa e não cessa mais.
Tampouco me satisfaz.
Gélidas gotas se lágrimas, chuva.
Outrora secas, cansadas do mesmo rosto.
Num gesto de estar bem.
Psíquico tratamento
Momentos e mais momentos..
Insistentes pensamentos
Que não saem de lá,
De onde devem estar
Guardados dentro de nós.
Como pássaros, voam, sós.
Divididos pelo vento, suave destino, tempo.
E a sorte que te acompanha?
Inexistente sorte sem fim
Do azar que nem existe, e o destino, esse sim!
Teu amor te acompanha, sem saber que é ele mesmo
Sem querer ser, nem fugir.
Te mantém preso em grandes braços protetores
Depois de curar as dores
Amores feitos de amor.
De medo e também de dor
Saber que o amanhã não vem
E o futuro, quem tem?
Ninguém! Mas vem.. Eu sei.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Pai *-*
Contei carneirinhos em meio às verdades.
Contei meus segredos, mais bem guardados
De dentro de mim, do secreto algodão da nuvem
Daquele velho nó entalado na garganta
Contei os passos, contei dias, meses, datas
Os meus mais variados medos, dedos trêmulos, mãos geladas.
Eu quis correr pra logo ali.
Eu quis apenas estar lá.
Deste à mim o colo gélido
Tão quente de amor e afeto
Suada espera pro dia tão tenso
Pras prosas em lágrimas
Pro recomeço.
Me deste certeza do amor, aqui dentro.
Me deste coragem pra vida tão minha
E das mágoas, passadas,
Apenas o fim
Olhaste pra mim, com tanto temor
E deste certeza, mesmo assim, do teu amor.
E deste esperança pro meu futuro.
Seguro dos passos, mais uma vez.
E assim se fez o nosso sim!
Desfez o nó, dentro de mim
Me deste, enfim, o pai que sempre quis.
Contei meus segredos, mais bem guardados
De dentro de mim, do secreto algodão da nuvem
Daquele velho nó entalado na garganta
Contei os passos, contei dias, meses, datas
Os meus mais variados medos, dedos trêmulos, mãos geladas.
Eu quis correr pra logo ali.
Eu quis apenas estar lá.
Deste à mim o colo gélido
Tão quente de amor e afeto
Suada espera pro dia tão tenso
Pras prosas em lágrimas
Pro recomeço.
Me deste certeza do amor, aqui dentro.
Me deste coragem pra vida tão minha
E das mágoas, passadas,
Apenas o fim
Olhaste pra mim, com tanto temor
E deste certeza, mesmo assim, do teu amor.
E deste esperança pro meu futuro.
Seguro dos passos, mais uma vez.
E assim se fez o nosso sim!
Desfez o nó, dentro de mim
Me deste, enfim, o pai que sempre quis.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
elaiá, que saudade disso aqui.
Plausível show de humanidade.
Com aquelas, velhas, características que só ela tem
É quando a gente vê, de verdade
A falta que tudo faz.
O sonho que nunca vem.
É quando sabemos, sempre
De nada que é certo, enfim
De tudo que é bom pro mundo
De tudo que é ruim pra mim.
As coisas não são modernas
Nem lógicas e nem sensatas
Não são como a longa espera
Mas doem tanto quanto elas mesmas.
Me fazem parecer bacana
Conversas de meia hora
Que trazem de novo esperança
Certeza de nada, outrora.
As coisas são tão injustas
E tudo dá certo, mirem!
Pequenos espaços de tempo
Antes mesmo das dores saírem.
Antes que eu conte o tempo
Os fatos, os medos, a sede.
Antes que eu volte ao pó
Antes que eu despenque.
Sem volta, sem rota, sem culpa
Sem o velho pesadelo
Com novos e companheiros.
Senhores de terno preto.
Da morte, singela, espera
Das flores murchando sem dó
O tempo, e o tempo, só
Milagreiro pras angústias nossas.
(:
Com aquelas, velhas, características que só ela tem
É quando a gente vê, de verdade
A falta que tudo faz.
O sonho que nunca vem.
É quando sabemos, sempre
De nada que é certo, enfim
De tudo que é bom pro mundo
De tudo que é ruim pra mim.
As coisas não são modernas
Nem lógicas e nem sensatas
Não são como a longa espera
Mas doem tanto quanto elas mesmas.
Me fazem parecer bacana
Conversas de meia hora
Que trazem de novo esperança
Certeza de nada, outrora.
As coisas são tão injustas
E tudo dá certo, mirem!
Pequenos espaços de tempo
Antes mesmo das dores saírem.
Antes que eu conte o tempo
Os fatos, os medos, a sede.
Antes que eu volte ao pó
Antes que eu despenque.
Sem volta, sem rota, sem culpa
Sem o velho pesadelo
Com novos e companheiros.
Senhores de terno preto.
Da morte, singela, espera
Das flores murchando sem dó
O tempo, e o tempo, só
Milagreiro pras angústias nossas.
(:
segunda-feira, 26 de abril de 2010
minha menina
Escrever pra você
Assim como tudo mais que tenho feito nos meus dias
Assim como a razão que me cerca
As luzes, as cores, sabores, amores.
O cheiro de fruta, tão doce flor que me invade
Saudade que canto
Não cessa meu pranto
Das dores de falta, com data marcada.
Selada a angústia, com a noite tão fria
Solitária, tão minha, sozinha, sem você.
Minutos contados, até que caiamos.
Arrancados, de novo, do farto acalento
Do nosso, só nosso, momento
Das juras e risos, sem culpa e sem medo
Partindo do, descarado, segredo
De amar e ser.
Completos de nós mesmos
Carícias e carências
Absurda saudade de ontem pra cá
Desde sempre.
E, na minha desenfreada procura
Sumindo, pra longe de mim
De frente ào meu próprio eu
Te encontro. Te busco
Querendo, sempre e pra sempre *-*
As nossas, tamanhas, loucuras
Pirraça, malícia e desejo.
Cada gesto, cada beijo.
De quando vejo em seus olhos
Os meus tão, claramente, refletidos
silêncio. Silenciando o nosso tempo
O nosso mundo, parado
Cercado de nada
E a chuva, gelada
Correndo meu corpo
Cada curva, nesse jogo
Nessa estrada rectilínea.
Peregrina distração
Companheira dos meus dias
Tão distantes de fim
De quando não tenho pra mim
Aqueles, tão nossos, dias
A cama, agora, vazia
Farto saudosismo
Abismo!
Desespero vago.
De tudo que, aqui dentro, trago
Todo meu amor por você.
Toda a minha vida que te entrego a cada dia
Cada passo, cada esquina.
Minha menina, tão minha *-*
Assim como tudo mais que tenho feito nos meus dias
Assim como a razão que me cerca
As luzes, as cores, sabores, amores.
O cheiro de fruta, tão doce flor que me invade
Saudade que canto
Não cessa meu pranto
Das dores de falta, com data marcada.
Selada a angústia, com a noite tão fria
Solitária, tão minha, sozinha, sem você.
Minutos contados, até que caiamos.
Arrancados, de novo, do farto acalento
Do nosso, só nosso, momento
Das juras e risos, sem culpa e sem medo
Partindo do, descarado, segredo
De amar e ser.
Completos de nós mesmos
Carícias e carências
Absurda saudade de ontem pra cá
Desde sempre.
E, na minha desenfreada procura
Sumindo, pra longe de mim
De frente ào meu próprio eu
Te encontro. Te busco
Querendo, sempre e pra sempre *-*
As nossas, tamanhas, loucuras
Pirraça, malícia e desejo.
Cada gesto, cada beijo.
De quando vejo em seus olhos
Os meus tão, claramente, refletidos
silêncio. Silenciando o nosso tempo
O nosso mundo, parado
Cercado de nada
E a chuva, gelada
Correndo meu corpo
Cada curva, nesse jogo
Nessa estrada rectilínea.
Peregrina distração
Companheira dos meus dias
Tão distantes de fim
De quando não tenho pra mim
Aqueles, tão nossos, dias
A cama, agora, vazia
Farto saudosismo
Abismo!
Desespero vago.
De tudo que, aqui dentro, trago
Todo meu amor por você.
Toda a minha vida que te entrego a cada dia
Cada passo, cada esquina.
Minha menina, tão minha *-*
segunda-feira, 12 de abril de 2010
.omG
Quero mais aquela grama
Quero estrelas mais brilhantes
E mais tempo pro nosso mundo
E mais vezes aquele tempo
Noite calma, vento frio
arrepio, sentimento *.*
Diante do céu, o seu juramento
Guardado, pra sempre, aqui dentro
Tão nosso, aquele momento.
E, tudo que imaginei
Melhor que pensei, se fez
E todas aquelas horas
Tão esperado dia
Voando se foi, outra vez.
Levando um pedaço meu
Deixando seu pensamento
Seu gosto e o cheiro, enfim
Que não sairão de mim
Pelo encaixe tão perfeito
E tudo daquele jeito
Que só a gente sabe
Que dentro de mim, nem cabe
Tamanha felicidade
Incrível capacidade de me fazer sorrir
De completar o que faltava
De quando, apenas, me perguntava
Se tudo seria assim.
Na árvore a nossa marca
Não mais que no peito meu
Vestígios dos beijos seus
De tudo que aconteceu.
E, agora, de novo a saudade
A espera, a angústia, a necessidade.
E o alívio por saber que TUDO é de verdade.
Quero estrelas mais brilhantes
E mais tempo pro nosso mundo
E mais vezes aquele tempo
Noite calma, vento frio
arrepio, sentimento *.*
Diante do céu, o seu juramento
Guardado, pra sempre, aqui dentro
Tão nosso, aquele momento.
E, tudo que imaginei
Melhor que pensei, se fez
E todas aquelas horas
Tão esperado dia
Voando se foi, outra vez.
Levando um pedaço meu
Deixando seu pensamento
Seu gosto e o cheiro, enfim
Que não sairão de mim
Pelo encaixe tão perfeito
E tudo daquele jeito
Que só a gente sabe
Que dentro de mim, nem cabe
Tamanha felicidade
Incrível capacidade de me fazer sorrir
De completar o que faltava
De quando, apenas, me perguntava
Se tudo seria assim.
Na árvore a nossa marca
Não mais que no peito meu
Vestígios dos beijos seus
De tudo que aconteceu.
E, agora, de novo a saudade
A espera, a angústia, a necessidade.
E o alívio por saber que TUDO é de verdade.
terça-feira, 6 de abril de 2010
.que vá
Ouvi, de novo, o silêncio
Zumbindo como uma abelha
Tormenta da paz que tinha
pxxxxxi. Silencia.
E corre, certeira, notícia
Da peça da vida
Das artes de nós mesmo
Amor e ódio
Constantes aliados
Desde o fim, ào começo dos dias
Que, no entanto, desparelhos
Seguem, companheiros
Vertigos.
Descompassados passos
Do andar de criança, ainda, nova
Do carnaval à bossa
Veio, de volta, o progresso
Confesso segredo de amar
E pingos, bem soltos, da paciência que me cobre
Regresso de culpa
Disposta a não doer mais
Capaz de querer morrer
Garrida posse
Do que já não é seu, de fato
Entorpece de dor o peito
Qual já não mostra jeito
Prum passado que se foi
E que se vá.
Zumbindo como uma abelha
Tormenta da paz que tinha
pxxxxxi. Silencia.
E corre, certeira, notícia
Da peça da vida
Das artes de nós mesmo
Amor e ódio
Constantes aliados
Desde o fim, ào começo dos dias
Que, no entanto, desparelhos
Seguem, companheiros
Vertigos.
Descompassados passos
Do andar de criança, ainda, nova
Do carnaval à bossa
Veio, de volta, o progresso
Confesso segredo de amar
E pingos, bem soltos, da paciência que me cobre
Regresso de culpa
Disposta a não doer mais
Capaz de querer morrer
Garrida posse
Do que já não é seu, de fato
Entorpece de dor o peito
Qual já não mostra jeito
Prum passado que se foi
E que se vá.
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